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Entrevistas

Osmar Loss chega prometendo trabalho para reverter rejeição e quer equilíbrio em campo

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Foto: Letícia Martins - Guarani Press.

Na sua chegada Osmar Loss visita o Memorial do Guarani FC antes de ser apresentado em entrevista coletiva. Foto: Letícia martins – Guarani FC.

O Guarani apresentou seu treinador para a temporada 2019 na tarde desta quinta feira (29). Osmar Loss chegou ao Brinco, conheceu a estrutura do clube e em sua visita conheceu também o Memorial do Guarani FC (foto), para depois ser apresentado pelo Superintendente de Futebol Fumagalli.

Aliás, neste pequeno detalhe vejo algo que me chama a atenção positivamente, quem apresentou o treinador foi o Superintendente de Futebol, não o presidente ou algum integrante do Conselho de Administração, e é assim que tem que ser, o comandante do futebol fala sobre seus colaboradores.

E na sua entrevista coletiva que pode ser conferida em áudio no player ele fala de vários aspectos, entre eles os motivos que o trouxeram ao Bugre, sua capacitação para a função, o desafio dessa nova empreitada, a formação dos novos elencos, e, claro, sobre a reação inicial da Torcida Bugrina nas redes sociais.

 

 

 

É um prazer muito grande estar à frente do único Campeão Brasileiro do interior do nosso país, um clube que tem uma tradição maravilhosa, jogadores do mais alto quilate passaram por aqui e deram o tamanho que esse gigante tem, nós pretendemos voltar a fazer ficar muito grande, estou feliz demais por estar ao lado de gente que tem história no clube como o Fumagalli e agradeço ao Palmeron pela confiança neste momento que é muito importante pra minha carreira, sei que estou apto a estar nesse posto aqui”, assim ele falou sobre sua chegada para em seguida comentar a reação negativa de parte da Torcida pelas redes sociais:

Essa questão das redes sociais hoje acaba agindo tanto pro bem quanto pro mal. Eu espero mostrar pra Torcida do Guarani que efetivamente a decisão foi acertada no dia a dia, o Torcedor pode ter certeza que o que for melhor para o Guarani vai ser a decisão que nós vamos tomar aqui, tanto dentro do campo quanto na equipe que vai estar ao meu lado”.

Nem ofensivo nem defensivo, pra ele o time tem que ter equilíbrio: “Todo Torcedor, todo treinador e todo jogador gosta de jogar o jogo que traz prazer, o jogo que a gente joga com a bola. Ser ofensivo demais em algumas equipes não dá certo, como ser defensivo demais também não, a gente vai buscar o equilíbrio de uma equipe onde os atletas e os Torcedores do Guarani sintam prazer ao ver jogar com jogadores fazendo as funções que são atribuídas, sejam ofensivas ou defensivas, mas que ele sinta prazer fazendo isso, que ele tenha um bom ambiente nas situações. A Torcida do Guarani quando vem ao Brinco tem que se sentir satisfeita vendo a equipe jogar dessa forma”.

Vindo do Corinthians, Loss falou sobre o interesse em alguns atletas com os quais trabalhou na equipe da capital: “É natural que, se houver possibilidade e o jogador estiver num momento bom e o Guarani achar que tem o perfil, porque as decisões não vão ser só minhas, vão ser compartilhadas. A decisão é minha, mas as discussões serão abertas pra que a gente possa fazer o melhor pelo Guarani”.

Entre outros assuntos Loss falou sobre a importância de inciar o trabalho para toda a temporada: “Todos estamos amadurecendo, eu na minha área, o Fumagalli na sua nova função, os jornalistas quando saem da faculdade pra começarem a trabalhar. Eu venho melhorando e evoluindo com todas as minhas experiências pra me tornar melhor no futuro, é o que eu tenho buscado e o Guarani vem a calhar, me sinto muito confortável e muito feliz por estar aqui”.

Destacado por bons trabalhos nas categorias de base, Osmar Loss falou que a base é importante para todos os clubes: “Se a gente não tiver jogadores dom o DNA do Guarani por serem formados aqui a gente está perdendo tempo. Vamos aproximar o trabalho com as categorias de base. A colocação de jogadores da base depende de vários fatores, o primeiro é a qualidade do jogador, depois o espaço, não adianta subir e não ter espaço, se for pra ficar encostado é melhor que ele continue trabalhando na base e quando tiver espaço ele estará trabalhado pra melhorar, o Guarani vai ter um trabalho muito próximo entre o departamento profissional e as categorias de base”.

Esse é o trabalho mais importante (da carreira) porque é o trabalho atual, vamos disputar o maior campeonato regional do país que reduziu as rodadas e sabemos que é importante estar bem da estreia até o último jogo pra conquistarmos os nossos objetivos”.

Outro ponto destacado na entrevista foi a possibilidade de iniciar o trabalho desde a formação do elenco, diferente das experiências que teve anteriormente: “Eu estou iniciando um projeto junto com o Guarani, iniciando uma temporada, construindo uma equipe e tudo isso nos dá a condição de colocar aquilo que a gente acha melhor pro Guarani. No Bragantino tive um processo de reformulação no meio de uma temporada, eu ainda era ligado ao Corinthians e era difícil controlar os dois fatos, hoje me desliguei do Corinthians e sou profissional do Guarani, fui muito feliz nos cinco anos que passei lá, só tenho a agradecer, mas hoje estou focado 100% no Guarani num projeto muito interessante e que busca o sucesso, como eu busco na minha carreira. No Corinthians também, por vários fatores perdemos muitos jogadores e acabou nos atrapalhando”.

A íntegra da entrevista pode ser conferida no player, em áudio, com Osmar Loss falando também sobre a possibilidade de cogestão no departamento de futebol, sobre o perfil dos atletas que devem permanecer do elenco que disputou a Série B e da possibilidade de contratação de jogadores junto ao Corinthians com os quais trabalhou tanto na base quanto na sua passagem pelo profissional:

Vamos escolher os jogadores para o Guarani com muito critério e tranquilidade, poderíamos já ter uma base formatada, infelizmente não estamos, mas vamos deixar o Guarani até o dia 20 (de janeiro) com uma equipe organizada e competente pra poder competir no campeonato”.

 

Marcos Ortiz

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Igor Henrique é apresentado e está à regularizado pra enfrentar o Brasil na terça feira

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Higor Henrique é Apresentado em entrevista coletiva - Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

Já registrado no BID da CBF, o volante Igor Henrique foi apresentado nesta tarde em entrevista coletiva no Brinco de Ouro da Princesa e já está à disposição de Vinícius Eutrópio para a sequência da Série B do Brasileiro.

Você pode ouvir essa entrevista no player abaixo:

Se apresentando como segundo volante, mesma posição de Ricardinho, ele se disse animado com a chegada ao Brinco:

“Minha expectativa é boa, o Guarani tem camisa, tem tradição, estou muito motivado pra fazer uma excelente Série B pelo Guarani”, disse o jogador que desceu a avenida e explicou sua chegada ao Brinco: “Conversei com meu empresário, o Guarani tem camisa e tem tradição, é um desafio tremendo por ter vindo do rival e eu vim motivado pra poder ajudar e fazer uma excelente Série B”.

E ele negou as divulgações de atos de indisciplina que teriam causado sua saída da equipe virgem da linha do trem: “Saiu uma matéria maldosa a respeito disso, que era por indisciplina, já dei entrevista a respeito disso, não teve nada de mais e espero que isso não atrapalhe minha carreira. Pra poder ajudar é só jogando e ajudando o Guarani a vencer os jogos e fazer um grande campeonato pra apagar essa má impressão”.

Ao comentar a possibilidade de disputar posição com Deivid e Ricardinho, ele respondeu: “É uma disputa boa e sadia, , eu vim buscar meu espaço e brigar com eles e estou à disposição do professor, se ele optar por mim na terça vou estar à disposição e na oportunidade que tiver vou deixar um trevo na cabeça dele pra ele ter uma dor de cabeça”.

“Já tenho condições de estar em campo, estava treinando a mais de uma semana, não tenho problema de peso nem nada disso, se ele optar por mim estou à disposição”.

Voltando ao tema saída do clube rival, ele comentou a responsabilidade que tem agora depois da boa aceitação e recepção por parte da Torcida: “Acredito que são os dois, um pouco de tranquilidade por ser recebido pelos Torcedores assim, mas tem que mostrar dentro de campo. A oportunidade que eu tiver vou me doar ao máximo pra ganhar a confiança da Torcia e poder me ajudar, ajudar a equipe jogando, esse é meu pensamento, ajudar a equipe, estou muito motivado”.

Ter saído do rival e tendo dois dérbis pela frente na competição é outro assunto comentado pelo volante na coletiva: “Se tratando de dérbi tem um gosto a mais, e se eu estiver jogando e vencendo é melhor ainda. Pra im a motivação vai ser maior sim e eu quero vencer de tudo quanto é jeito. Quero vencer todos os jogos e se tratando de dérbi quero vencer também, vamô que vamô”, disse o volante, revelado em Castanhal-PA, com passagens por XV de Jaú, Barretos, Mirassol, Ituano, Atlético-GO, Fortaleza e que sujou os pés no começo da temporada pra retomar sua carreira numa equipe tradicional agora, chegando ao Guarani.

“Sou segundo volante, ultimamente estava jogando como primeiro, mas gosto de sair mais pro jogo e jogar pra frente., fazer a equipe jogar, essa é a minha característica”, explicou.

“Quero falar pro Torcedor que vontade e determinação não vão faltar, que a gente seja feliz neste 2019”. prometeu o jogador que também disputou clássicos em Fortaleza contra o ceará:

“Ano passado tive essa rivalidade nesses jogos lá e é diferente. Cada estado é diferente e aqui, pelo que percebi, eu não sei comparar, acho que a briga é igual, é muito boa, as duas torcidas, as duas equipes fazem uma briga muito acirrada”.

Após a entrevista, no início da noite ele teve seu nome regularizado no BID da CBF e portanto, depende apenas da decisão de Vinícius Eutrópio nos treinamentos até segunda feira para estar entre os titulares na terça feira contra o Brasil de Pelotas, no Brinco de Ouro da Princesa.

Marcos Ortiz

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Para Giovanni Guarani faz “futebol que agrada” e “tem muito a conquistar na competição”

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Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

Na reapresentação do elenco depois de uma derrota que pode complicar muito a situação do Guarani ao final da 5ª rodada da Série B colocando a equipe no grupo das equipes que brigam contra o rebaixamento o escolhido para a entrevista coletiva foi o goleiro Giovanni.

Bastante contestado por Torcedores, apesar de boas defesas nas primeiras partidas da competição, Giovanni acabou mostrando uma visão completamente diferente daquela que a realidade nos permite interpretar durante sua entrevista. Você pode ouvir no player abaixo:

“Acho que nos dois jogos fora de casa o time apresentou, no contexto geral, o time apresentou um bom volume de jogo, bons aspectos ofensivos na partida. No jogo contra o Paraná bons aspectos defensivos, contra o Criciúma bons ofensivos e isso gerou boa expectativa pra gente. Infelizmente contra o Criciúma não conseguimos concluir as oportunidades em gols e isso ocasionou nossa derrota, mas dentro do que nossa equipe mostrou na partida a gente tem muito a conquistar dentro da competição”, disse Giovanni, mostrando sua leitura, digamos, “um pouco excêntrica” da partida entre Criciúma x Guarani.

E Giovanni foi além, disse considerar muito cedo pra atribuir culpas por um desempenho que ele considera bom: “Acho que se tiver que culpar a culpa tem que ser geral, mas eu acho que ainda é muito cedo pra gente afirmar qualquer coisa porque, ao contrário do Paulista na reta final, o que o nosso time vem apresentando dentro de campo vem agradando desde a primeira partida contra o Figueirense na proporção ofensiva, defensiva, tática e até mesmo nos jogos contra o Mirassol nós fizemos grandes atuações, o que falta mesmo é o capricho no momento final, na finalização”.

“Acho que aquela ânsia de querer matar o jogo tem atrapalhado um pouquinho, mas como os gols saíram no jogo contra o Vitória eu tenho certeza que daqui pra frente, começando agora contra o Brasil, a gente vai fazer uma grande apresentação. Contamos com a nossa Torcida nos prestigiando, torcendo e vibrando com a gente pra conseguirmos esses três pontos”.

Marcos Ortiz

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Depois de derrota e invenções na escalação, Eutrópio: “Jogamos pra ganhar (?)”

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Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

E depois da derrota para o Criciúma, uma das piores equipes na competição, o técnico Vinícius Eutrópio que decidiu inventar na escalação, brincou de Professor Pardal e pagou o preço ao final do jogo, tentou justificar o péssimo resultado do Bugre em Criciúma. Resta saber quem é o “Lampadinha”, o assistente do inventor das histórias em quadrinhos nessa história.

Mesmo com alguns problemas de cortes durante a transmissão, você pode ouvir essa entrevista no player abaixo:

“Me deixa chateado porque nós fizemos, principalmente no segundo tempo, com superioridade ou não, um jogo pra ganhar, logo com dois, três minutos tivemos a primeira oportunidade e depois umas quatro ou cinco oportunidades claras de fazer o gol e ganharmos o jogo. Fico chateado por isso, nós viemos buscar, terminamos o jogo em cima e perdemos as oportunidades claras. Série B é muito equilibrada, normalmente você sofre pra jogar fora de casam, mas a gente não sofreu contra o Paraná e principalmente hoje aqui”, disse Eutrópio, que seguiu analisando um jogo que eu pessoalmente não vi:

“Já no primeiro tempo, apesar de não ter feito um excelente jogo, a gente já teve mais de 60% de posse de bola e no segundo são as oportunidades, a gente não pode deixar de fazer os gols que está perdendo. É uma deficiência que a gente já detecta, a gente sabe e vai continuar treinando, dando tranquilidade, isso não quer dizer que estou jogando nenhum peso sobre eles, mas um jogo fora de casa com essas oportunidades claras a gente tem que matar. Acabou sendo pra mim o goleiro o melhor jogador do time (do Criciúma)”.

Para ele os erros de finalização são consequências: “É um misto de falta de tranquilidade, de deixar a bola cair um pouco mais ou deitar um pouco mais o corpo. É um misto de tranquilidade com também, às vezes, competência da nossa parte, sem dúvida”.

“Não há desculpas nem azar, existe a justificativa porque a gente não pode se dar ao luxo de criar as oportunidades, sabíamos que o Criciúma quando fez o gol baixou bastante, nós tivemos mais a posse de bola mesmo no primeiro tempo não jogando um grande futebol. Eles sabiam que jogamos com quatro atacantes e bloquearam o fundo com o Éder, o Diego e o Deivid Souza e no segundo tempo, já com a superioridade, nós conseguimos fazer algumas oportunidade,s mas não conseguimos converter isso, por competência ou não, em gols”.

Para Eutrópio o time soube aproveitar a vantagem numérica com a expulsão de um adversário no primeiro lance da segunda etapa: “Nós nos impusemos, fizemos meio campo o tempo todo. Obviamente o Criciúma teve a competência de até certo ponto se defender, mas quando o goleiro faz uma grande defesa é que o adversário não conseguiu se defender, a bola chegou até ele. Passamos por todas as etapas, construímos, criamos e finalizamos, ai foi mérito do goleiro e também um pouco de incompetência daqueles nossos jogadores que estavam de frente pro gol e não conseguiram concluir em gols”.

O treinador evitou comentar o lance da expulsão de Mateusinho dizendo apenas que por ser um garoto pretende conversar com o jogador e lamentou perder o atleta para a próxima partida.

Segundo ele o planejamento da equipe é voltar a pontuar: “Nosso planejamento é voltar a pontuar em casa principalmente, a gente vinha de uma vitória e um empate bom, nosso planejamento, com todo o respeito ao Criciúma, era ganhar aqui pelo que o time veio apresentando e agora temos que trabalhar bem, tranquilos, focar nas nossas deficiências, melhorar mais porque futebol é um esporte coletivo. Ainda estamos em processo de entrosamento, ainda  estamos conhecendo o que precisamos, hoje jogamos com um a mais e acho que nossos zagueiros poderiam sair um pouco pro jogo pra empurrar nossos volantes”.

Opinião

Estranho o treinador declarar que o time ainda está em fase de conhecimento e entrosamento logo depois de ter optado por mudar o time. Eutrópio mudou metade do setor defensivo e demonstrou que tem por hábito improvisar atletas em detrimento de outros da posição, mudou o lateral direito, colocou zagueiro na lateral esquerda e a entrada de Deivid no lugar de Mateusinho em momento algum mostrou qualquer ganho de rendimento ou produtividade ofensiva pra equipe, pelo contrário.

Foi uma partida daquelas em que tudo deu errado, a marcação no meio de campo principalmente com Deivid, que já havia custado alguns perigos ao gol de Giovanni, desta vez custou um gol, a defesa Bugrina segue marcando a bola e não o adversário nas bolas levantadas pra grande área, o meio de campo tem dificuldades enormes na criação das jogadas, tanto que Ricardinho passou a ser o articulador do time durante boa parte da segunda etapa e o ataque Bugrino é de cócegas, faz rir, mas não produz nenhum efeito no adversário.

Esse é o trabalho do treinador, analisar  o que tem nas mãos e com isso tirar um time aceitável, mas esse time aceitável considera que jogadores da posição ocupem a posição.

Mexeu, inventou, matou a força da equipe pelas laterais, e ai, com um meio de campo improdutivo e um ataque risível, não conseguiu nada além de uma derrota sofrível.

Participou diretamente da derrota.

 

Marcos Ortiz

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Assista o Papo de Bugrino 5 – Criciúma x Guarani


	
	
	

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Próxima Partida – 28/05 21:30

Brasileiro - Série B

Guarani FC X Brasil de Pelotas-RS

Estádio Brinco de Ouro da Princesa
Campeonato Brasileiro - Série B

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