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Opinião: Nossos 18078 perderam pros nossos 11 – O dérbi acabou, pra alguns nem começou

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Pena que Torcida não entra em campo... o dérbi acabou. Foto: Marcos Ortiz.

Um time entra em campo com uma missão impossível de ser compartilhada, só um time pode jogar bola. São 11, 12, 13 ou 14 jogadores, dependendo das substituições feitas pelo treinador e 18.078 mil pessoas não podem fazer nada além de torcer.

Foi isso o que nós vimos no Brinco de Ouro, um time completamente apagado, apático, sem mostrar vontade em momento algum durante o jogo, nem mesmo quando saiu ganhando de 1×0 com um gol contra. E quando é assim não tem jeito, a desgraça tá anunciada, é morte certa.

A gente cantou, a gente se vestiu pro dérbi e o dérbi engoliu a gente. Como disse antes do jogo esta é uma partida que consagra e relega ao ostracismo seus personagens, então vamos a eles:

Nossa dupla de zaga com Edson Silva e Everton Alemão foi uma porcaria, mas eles não ficarão com o troféu de “fazedor de palhaço” do jogo não porque ambos estrearam nesta partida, este troféu vai pro senhor Marcílio. Um vexame, um jogador amador tentando jogar uma partida profissional, ridículo, pífio, uma verdadeira porcaria, e não é só nesta partida não, mas vou falar só do dérbi.

Lenon esforçado, sofreu com problemas de saúde durante a semana e foi pro jogo por culpa do próprio Guarani que não consegue oferecer um lateral direito que preste pra substituí-lo há anos, e olha que ele é volante de natureza, mas no Bugre é o único lateral direito há longos três anos.

Alô senhor Baraka, o senhor estava fazendo o que em campo nesta partida? Nada… assistiu o jogo, viu os caras passarem por cima de você. Omisso? Assustado? Esse não era o jogo pra isso e o senhor sabia muito bem.

Ricardinho, sinceramente eu não o vi em campo. Apagado, omisso, não marcou, não auxiliou, não se apresentou à frente, não fez nada…

Agora Rondinelly. Não vou falar de outros jogos, mas preciso pedir uma licença pra falar do senhor. Em Piracicaba o senhor fez exatamente o que fez hoje, nada, se escondeu do jogo, se omitiu, desapareceu, e hoje fez a mesma coisa. Me desculpe amigo, sou apreciador do futebol bonito, mas um elástico é pouco, ou melhor, é nada, tanto que perdemos  com o seu elástico em Goiânia e voltamos a perder hoje com a sua “apatia”. Um horror.

Candidato a ídolo? Nazário, menos, muito menos. Hoje foi um menino pálido, assustado, acanhado. Não sabia o que era um dérbi, Nazário? Não foi por falta de aviso nem por falta de tempo. Jogador de rede social? Acredito que não, mas me desculpe, se queria tanto jogar um dérbi, já jogou, ou melhor, não jogou e perdeu.

Erik ainda estava suspenso? Talvez fosse melhor que estivesse porque só fez porcaria dentro de campo. Não ganhou, não criou, não correu, não chegou, não fez nada, ou melhor, fez. Cansou de armar contra ataques dentro de campo.

Bruno Mendes meu jovem. Você é prata da casa… já jogou dérbinho, já jogou dérbão, já disputou dois títulos com a camisa do Guarani, ganhou um e perdeu o outro, mas a Torcida já havia sido campeã exatamente por ter ganho o dérbi da semifinal. Garoto, você se esqueceu disso? Apagado, tremeu, sumiu, se escondeu.

BRUNO BRÍGIDO, você tomou três gols, sabe por que? Porque não te deram uma defesa até agora! Dispensamos o melhor zagueiro que tínhamos e ficamos com um tal de Anderson, fraco, um tal de Philipe Maia que toma cartões em profusão e agora, pelo que vi em campo hoje, me deu medo do tal de Everton Alemão, fraco, lento, muito abaixo do que se espera de um zagueiro profissional.

Mas você, BRUNO BRÍGIDO, foi um capítulo a parte, graças a ti não perdemos de 6, obrigado pelas três grandes defesas, pelos três verdadeiros milagres, ainda bem que alguém nesse time hoje tinha brio dentro de campo, seus colegas deviam ter se inspirado em você, talvez tivessem feito merda só no banheiro, não em campo, onde além de fazerem merda, se borraram todos.

TREMERAM! ARREGARAM, como dizíamos no meu tempo de jovem, PAGARAM PAU! Não tem problema, nas entrevistas certamente ouviremos que “é bola pra frente e terça tem outro jogo onde temos que dar a volta por cima e nos recuperar”.

Não senhores, nada disso. Nós Torcedores sofreremos esta derrota por muito tempo, e sabem por que? Porque era a hora de separar os HOMENS dos meninos e neste jogo vocês se mostraram meninos. Podem se tornar grandes homens um dia, mas hoje são apenas isso, meninos.

Umberto, obrigado pelo acesso, pelo título, mas você vai precisar crescer e terá que decidir o que quer fazer daqui em diante. Infelizmente a Série A2 é décadas atrás da Série B, agora você vai ter que escolher se recebe e troca as peças que ganhou, ou se vai ser mais um treinador que morrerá abraçado com um elenco que conquistou e superou um objetivo recentemente, mas que não dará o resultado que se espera dele.

Já são quatro jogos, a Série B já começou e faz tempo, decidam o que querem fazer, mas façam logo, porque nós? Nós não podemos mais esperar.

Sei que vou tomar porrada por esse texto, mas o Guarani tremeu! Ah, marcaram dois gols, alguns vão dizer… sim, marcaram dois gols, um contra, outro de pênalti, que faz parte do jogo, claro, mas é um pênalti, e mais, quando estavam ganhando fizeram oque pra continuar ganhando? Nada, deram contra ataques e mais contra ataques e tomaram o empate, não satisfeitos continuaram dando contra a taques e mais contra ataques, sofreram a virada. Tiveram um intervalo inteiro pra se restabelecerem, colocarem a cabeça no lugar e nada disso, tomaram o terceiro gol em outro contra ataque, poderiam ter tomado o quarto, o quinto, o sexto e de repente veio um pênalti, um gol e a chance de voltar pro jogo, de diminuir o problema, de empatar o jogo que, sem a mínima humildade, vocês deram como ganho.

Quantas chances o Guarani criou dos 27 minutos, quando fez o segundo gol até os 49 quando o jogo acabou? Nem isso vocês conseguiram, não perceberam que se fizessem um golzinho a gente empatava?

É, eu não queria bater num time que há poucos dias fazia esse povo todo gritar é campeão, mas eu tenho que bater, porque esse povo todo está esperando vocês entrarem em campo na tal de Série B que já começou faz tempo.

Ao menos isso podemos dizer, o dérbi já foi, agora que venha o resto do campeonato inteiro, e no segundo turno tem dérbi de novo, é lá no chiqueiro. Façam o favor de jogar bola e ganharem, talvez isso diminua a vergonha que nós Torcedores estamos sentindo agora, vergonha essa que vocês deveriam ter demonstrado enquanto estavam lá, dentro de campo, mas amarelaram e não demonstraram.

O dérbi passou, agora vamos pra Série B! Temos um limite de 40 jogadores permitidos e já temos 39 jogadores no elenco, e agora? Quem vai sair? Porque tem gente que tem que chegar, ou passar a entrar em campo, não dá pra ser espectador privilegiado de festa de Torcida na arquibancada, porque a festa também acaba. A nossa acabou, e doeu…

Desculpe Torcedor, mas é isso o que sinto…

 

Marcos Ortiz

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Técnico inventa, defesa e ataque são incompetentes e Bugre perde mais uma fora de casa

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Depois do empate com o Paraná no último sábado o Bugre voltou a campo nesta terça feira para a segunda partida desta mini excursão pela região Sul do país buscando sua primeira vitória como visitante na Série B do Brasileiro.

O técnico Vinícius Eutrópio poderia ter repetido a escalação das duas partidas anteriores, mas não resistiu à tentação de improvisar e o fez na lateral sacando Inácio, jogador da posição para a entrada de Diego Giaretta, zagueiro, improvisado no setor. Mas não parou por ai, Eutrópio também resolveu sacar Lenon e escalou Léo Príncipe, além do jovem Mateusinho para a entrada de Deivid Souza e o time começou a partida com Giovanni; Léo Príncipe, Ferreira, Xandão e Diego Giaretta; Deivid, Ricardinho, Arthur Rezende e Éder Luís; Deivid Souza e Diego Cardoso.

O desafio era enfrentar uma das piores equipes deste início de Série B dentro dos seus domínios, se vencesse, o Bugre chegaria à mesma pontuação do quarto colocado até o complemento da quinta rodada, se perdesse, o Criciúma alcançaria a pontuação do Guarani, e assim foi a partida:

Dentro de campo

E nos primeiros minutos o time não conseguiu mostrar absolutamente nada, o Criciúma mandava no jogo diante de um Guarani que mal conseguia passar do meio de campo, parecia jogo de um time só e infelizmente não era o Guarani, mas o futebol é um esporte que não respeita a lógica e o primeiro chute a gol foi do Guarani na primeira vez que conseguiu chegar ao ataque. Aos 08 minutos Arthur Rezende pegou um rebote na entrada da grande área pela esquerda e bateu pro gol, no canto direito de Paulo Gianezini que caiu e fez boa defesa, sem rebotes.

Léo Gamalho tem liberdade e chuta de fora da área no ângulo de Giovanni – Imagem: Reprodução – SporTV.

Mostrando os mesmos problemas das rodadas anteriores, o Guarani sofreu o primeiro gol logo em seguida, aos 11 minutos Leo Gamalho recebeu a bola na intermediária, conseguiu avançar sem nenhuma marcação, soltou uma bomba de fora da área e a bola entrou no canto esquerdo de Giovanni, detalhe, no lance o volante Deivid parecia estar um quilômetro atrás do atacante e sequer conseguiu esticar a perna pra tentar evitar o arremate. Com um Guarani medroso em campo e um Criciúma que entrou pra tentar vencer jogando em casa, abriu o placar quem começou jogando futebol, Criciúma 1×0 Guarani.

Perdendo o jogo, finalmente o Guarani lembrou que tinha que atacar e até conseguiu equilibrar o jogo, nada que pudesse justificar uma reação no placar, apenas um time que lembrou que haviam dois campos, o defensivo e o ofensivo, mas com um Léo Príncipe em péssima fase pela direita e um zagueiro improvisado na lateral esquerda, o time não tinha nenhum jogador de escape, restava atacar com Deivid Souza e Éder Luís, pouco pra produzir alguma preocupação ao time da casa que continuava criando as melhores chances da partida.

Marcos Vinícius recebe cruzamento com o gol aberto e toca pra fora perdendo gol feito. Imagem: Reprodução – SporTV.

Aos 27 minutos o Criciúma perdeu um gol inacreditável, contra ataque rápido pela direita, Diego Giaretta chegou atrasado pra marcação e Vinícius conseguiu cruzar, a bola ainda bateu no lateral improvisado e passou pela zaga do Guarani até que Marcos Vinícius chegou no segundo pau, com o gol aberto pra tocar, mas pra sorte do Bugre ele se atrapalhou todo e tocou a bola pra fora, longe do gol de Giovanni.

O problema da marcação do Guarani era crônico, aos 29 minutos a jogada praticamente de repetiu, desta vez do lado esquerdo, direito da defesa Bugrina. Marlon recebeu a bola e cruzou pra grande área, a bola atravessou toda a área e sobrou pra Marcos Vinícius dentro da grande área pela esquerda ele bateu cruzado e outra vez pra sorte do Bugre ninguém do Criciúma apareceu pra desviar e marcar o segundo gol. As mudanças de Vinícius Eutrópio conseguiram fazer o que parecia ser impossível pioraram muito o sistema defensivo Bugrino que já não era essas coisas.

Se com a bola rolando a coisa não acontecia, restavam as bolas paradas e aos 43 minutos Arthur Rezende cobrou uma falta pela esquerda e cruzou a bola pra grande área, a defesa do Criciúma tentou cortar,mas acabou deixando a bola com Éder Luís, dentro da grande área ele tentou um voleio, errou a bola que ainda desviou na zaga e saiu para escanteio.

Aos 46 minutos Arthur Rezende cometeu uma falta desnecessária na lateral pelo lado esquerdo e recebeu cartão amarelo. Um time absolutamente divorciado nos seus três setores, foi isso o Guarani na primeira etapa, defesa perdida, meio de campo que não encostava pra ajudar na marcação e um ataque improdutivo, incapaz de fazer cócegas ao Criciúma. Pelo que produziu, ou melhor, não produziu, o placar de 1×0 ficou pequeno.

Restava torcer para que Vinícius Eutrópio consertasse um pouco da salada que levou a campo na volta do intervalo, mas ele voltou com o mesmo time, sem nenhuma mudança.

A sorte do Guarani poderia mudar logo aos 30 segundos de jogo quando Derlan cometeu uma falta violenta em Deivid e recebeu o segundo cartão amarelo, depois o vermelho, deixando o time da casa com um homem a menos.

Diego Cardoso arrisca de fora da área e a bola saiu raspando a trave. Imagem: Reprodução – SporTV.

Aos 04 minutos o Bugre chegou pela primeira vez com chance de marcar, Diego Cardoso recebeu a bola de Deivid Souza pela esquerda na entrada da grande área e bateu rasteiro buscando o canto direito do goleiro, a bola saiu raspando a trave, pela linha de fundo. Com um jogador a mais era hora de sair pro ataque e tentar reverter o placar, mas o técnico Vinícius Eutrópio tirou a noite pra contrariar a lógica, aos 09 minutos ele fez duas alterações, tirou o volante Deivid pra entrada de Mateusinho, mas lá na frente inexplicavelmente ele sacou um dos atacantes, Deivid Souza, e colocou o meia Rondinelly no seu lugar.

Com Rondinelly em campo o Guarani, nos primeiros minutos, era um incontável número de cruzamentos mal feitos pra grande área sempre pelo camisa 16 do Bugre e ofensivamente o time nada produzia. Realmente uma noite lastimável nas escolhas de Eutrópio que incorporou o espírito do Professor Pardal no banco de reservas do Guarani.

Se mesmo com um jogador a mais o Guarani não era capaz de levar perigo, na bola parada o Criciúma quase chegou ao segundo. Aos 19 minutos escanteio cobrado pela direita, a zaga do Guarani, como em todas as quatro partidas até agora, mais uma vez marcou a bola e deixou Léo Santos subir pra cabecear à queima roupa, na linha da pequena área e Giovanni voou pra bola fazendo uma grande defesa e espalmando a bola por cima do travessão.

Goleiro defende chute forte de Arthur Rezende. Imagem: Reprodução – SporTV.

Aos 20 minutos Rondinelly levou uma joelhada nas costas fora do lance da bola e não conseguiu continuar em campo, aos 22 Felipe Amorim entrou em seu lugar, a terceira e última mudança do Bugre em Criciúma. Aos 24 minutos Ricardinho recebeu a bola no mesmo lugar que Léo Gamalho no lance do gol do Criciúma, dominou também com liberdade e chutou forte, rasteiro, buscando o canto esquerdo do goleiro, mas a bola saiu raspando a trave, pela linha de fundo. No lance seguinte o Bugre teve duas chances no mesmo lance, primeiro num chute de fora da área que reboteado sobrou para Arthur Rezende na entrada da grande área, ele bateu forte, o goleiro  conseguiu fazer a defesa, mas deu rebote e a bola sobraria para Felipe Amorim de frente pro gol, mas o auxiliar, equivocadamente, marcou impedimento.

Aos 37 minutos o Bugre perdeu uma grande oportunidade, Éder Luís recebeu lançamento dentro da grande área pela direita e saiu cara a cara com o goleiro em velocidade, era bater pro gol e correr pro abraço, mas ele isolou e chutou por cima do gol.

Aos 39 minutos outro gol feito perdido. Felipe Amorim entrou como quis na grande área do Criciúma, passou por dois marcadores e rolou perfeita para Éder Luís, ele chegou batendo de primeira, chutou forte, o goleiro fez grande defesa, mas deu rebote nos pés de Mateusinho pela direita ele tentou colocar a bola cruzada no outro canto, mas pegou mal e jogou pra fora do gol. Inaceitável perder um gol desses.

A vantagem numérica do Bugre foi pro espaço aos 41 minutos quando o árbitro marcou uma falta de Mateusinho e pra compensar a expulsão no reinício do jogo, aplicou o segundo cartão amarelo ao Bugrino. Pronto, as duas equipes estavam com 10 jogadores em campo.

O Guarani ainda tentou chegar ao menos ao empate nos minutos finais, mas pagou o preço das invenções do seu treinador e foi incompetente nas finalizações perdendo chances claras de gol e deixou o campo com mais uma derrota, a segunda como visitante nos três jogos que o time disputou fora de casa.

Todo o avanço tático, técnico e esboço de evolução que a equipe começava a demonstrar neste início de competição caiu por terra muito por conta das invenções feitas por Vinícius Eutrópio na escalação e nas mudanças feitas durante a partida e dentro de campo o time foi incompetente na defesa e no ataque, mostrando os mesmos erros cometidos em todos os outros jogos disputados .

Assim não dá! Final de jogo e o Guarani já reabilita o primeiro adversário na Série B, Criciúma 1×0 Guarani.

Agora a equipe volta a campo daqui uma semana contra outro adversário que vem na parte de baixo da tabela, o Brasil de Pelotas que neste momento é o lanterna da Série B. Dizem que técnico não ganha jogo, mas uma coisa é fato, ajuda a perder.

 

Marcos Ortiz

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Guarani se segura e arranca empate fora de casa

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Imagem: Reprodução - SporTV

Depois de 8 jogos sem vencer até a rodada anterior quando o Guarani em casa bateu o Vitória de virada por 3×2 em um jogo com erros de ambos os lados, serviu para dar ânimo a torcida, mas não a desconfiança uma vez que o Bugre apesar do ataque se mostrar ofensivo a zaga desde a série B 2018 não conseguiu um ajuste perfeito. Na partida deste sábado 18/5 na Vila Capanema (Estádio Durival de Britto) contra o Paraná Clube, concorrente direto a ascendência na tabela de olho no G4 o Guarani arrancou um empate como méritos ao goleiro Giovanni que apesar de ser criticado pela torcida, desta vez mostrou eficácia.
O técnico Vinicius Eutrópio no esquema 4-3-3, não fez mistério no treino e muito menos no jogo, entrando como o mesmo time da rodada anterior.
O Alviverde de Campinas começa o jogo com pouca posse de bola e aos três minutos o Paraná quase finaliza. Aos 9 minutos começa chuva que ajuda na reação do Guarani e aos 11 minutos num toque de letra de Arthur do lado direito deixa Mateusinho livre que quase abre o marcador com a zaga adversária tirando em cima da linha. Aos 20min Ricardinho puxa o contra-ataque e toca para Arthur. que bate da entrada da área, desviando a bola para escanteio escanteio. A chuva se intensifica enxarca o uniforme dos atletas, o ritmo do jogo diminui e somente aos 29min Matheusinho arrisca de longe obrigando o goleiro paranista salva mas o ataque bugrino não aproveita a sobra. Aos 43 Deivid leva amarelo por falta sobre Alesson no meio-campo. E assim encerrou o primeiro tempo sem muitas emoções nem boas e nem ruins
Segundo Tempo
O Bugre volta com a mesma formação enquanto o Paraná substitui um meia pelo outro saindo Alesson e entrando João Pedro dando melhor condição ofensiva ao tricolor paranaense havendo pelo menos 8 lances importantes para o adversário sendo que 2 estava impedido e aos 15 minutos o goleiro bugrino faz um ótima defesa e outra aos 18min.
Mateusinho cansado é substituído aos 19 minutos por Deivid Souza sem efeito prático e aos 32 minutos Felipe Amorin entra no lugar de Arthur e a pressão paranista continuou e somente aos 48’ o Bugre chega mas sem sucesso. O arbitro Jefferson Ferreira de Moraes deu 6 minutos de acréscimo porém ninguém abriu o marcador.
O Paraná permanece invicto na competição a frente do Bugre com 6 pontos e o Guarani chega aos 5 pontos permanecendo na 10ª posição

Cartões amarelos:
Guarani: Deivid
Paraná Clube: Rodolfo, Luiz Otávio e Rodrigo Carioca

Guarani jogou e empatou com:
Giovanni (1) no gol,
Nas laterais: Lenon (2) na direita e Inácio (6) na esquerda.
Zaga: direita Ferreira (3) e Xandão (4) na esquerda
Volantes: Deivid (5) e Ricardinho (7)
Meias:
Arthur (10) depois Felipe Amorim (17)
No ataque
Mateusinho (8)A depois Deivid Souza (19)
Diego Cardoso (9)
Eder Luis (11)

Técnico Vinicius Eutropio

Renan 23 MEC

Paraná Clube
No gol: Thiago Rodrigues;
Laterais: Éder Sciola (dir) Guilherme Santos (esq)
Zagueiros: Rodolfo e Eduardo Bauermann
Volantes: Itaqui e Luiz Otávio
Meias: Alesson depois João Pedro. Matheus Anjos depois Rodrigo Carioca (atac)
Atacantes: Jenison, Ramon depois Caio Rangel
Técnico: Matheus Costa

Luiz Galvão
Para o Planeta Guarani

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VITÓRIA!!! De virada Guarani bate o Vitória por 3×2 e encerra série de 8 jogos sem vencer

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Jogadores comemoram primeiro gol Bugrino de Diego Cardoso - Foto: Marcos Ortiz - Planeta Guarani.

Depois de oito longos jogos, finalmente veio a vitória! Pressionado pelos primeiros resultados e uma péssima colocação na classificação após as duas primeiras rodadas da Série B o Bugre recebeu o Vitória-BA nesta segunda feira no Brinco de Ouro precisando muito de uma vitória.

Foto: Marcos Ortiz – Planeta Guarani.

Uma boa atuação seria excelente, mas a vitória era essencial, o time teve 12 dias de treinamentos entre a última e esta partida e o técnico Vinícius Eutrópio cumpriu sua promessa, mexeu no time titular. O Bugre entrou em campo com Giovanni; Lenon, Ferreira, Xandão e Inácio; Deivid, Ricardinho, Arthur Rezende, Mteusinho e Eder Luís; Diego Cardoso.

E emoção não faltou, a vitória foi de virada em um jogo marcado primeiro por erros de ambas as defesas na primeira etapa, e depois, em um minuto, o Bugre definiu a vitória, não sem antes sofrer um gol no final e trazer ainda mais emoção para o Torcedor Bugrino.

Dentro de campo

O Bugre começou com tudo em cima do adversário e logo no primeiro minuto teve a primeira boa chance do jogo. Arthur Rezende cobrou falta pela esquerda, da intermediária e jogou bola pra grande área, Ferreira subiu quase na linha da grande área e desviou de cabeça, a bola tinha endereço, o canto direito do goleiro Caíque, mas ele conseguiu fazer uma defesa de muito reflexo, jogando a bola pra escanteio.

Com alguns sustos no sistema defensivo, o Guarani voltou ao ataque aos 12 minutos. Mateusinho cobrou escanteio da esquerda e encontrou Xandão na grande área, o zagueiro subiu bem, mas cabeceou mal e jogou a bola pela linha de fundo desperdiçando boa oportunidade. No minuto seguinte a primeira falha da defesa Bugrina, Inácio vacilou na esquerda e perdeu a bola pra Felipe Garcia que cruzou para a grande área com perigo, sorte odo Bugre que Neto Baiano não alcançou para desviar.

Aos 25 minutos foi Diego Cardoso quem perdeu grande oportunidade, ele recebeu lançamento perfeito na grande área, se livrou da marcação,mas acabou adiantando a bola e Caíque saiu pra fazer a defesa. Era uma chance clara.

E a segunda falha da defesa Bugrina foi fatal, alias, um almanaque de como não deve ser usada a nova regra do futebol que permite que um jogador toque a bola antes que ela saia da grande área numa cobrança de tiro de meta. Começou com Giovanni que foi sair jogando e tocou pra Xandão na esquerda, o zagueiro Bugrino vacilou e perdeu a bola pra Felipe Garcia que avançou e bateu pro gol, Giovanni ainda defendeu com a perna direita, mas no rebote Neto Baiano, com o gol aberto, marcou o gol do Vitória. Um erro que poderia ser fatal e não pode ser repetido, Guarani 0x1 Vitória.

Aos 34 minutos o Guarani chegou ao empate e o lance também foi em um erro da defesa, Lenon avançou pela direita e cruzou pra grande área, a bola explodiu em Everton Sena e subiu, o goleiro Caique, dentro da pequena área, se posicionou pra fazer fácil defesa, mas Diego Cardoso veio pra cima do goleiro, conseguiu antecipar e tocou de cabeça pro fundo do gol. Um gol de oportunismo do artilheiro Bugrino na temporada e não adiantou de nada a reclamação do Vitória, o árbitro confirmou corretamente o gol e o Bugre chegava ao empate. Diego Cardoso marca seu oitavo gol com a camisa Bugrina, primeiro gol do Guarani na Série B, Guarani 1×1 Vitória.

E quando se esperava tranquilidade para que o time buscasse a virada, foi o Vitória quem ameaçou e por pouco não fez o segundo. Andrigo cobrou falta da esquerda, na lateral da grande área e o zagueiro Everton Sena ganhou por cima de toda a defesa Bugrina e, com liberdade, cabeceou, pra sorte do Guarani a cabeçada não saiu perfeita e a bola saiu pela linha de fundo, assustando.

E assim foi a primeira etapa, um Guarani nervoso demais, errando muito e com dois jogadores amarelados, Ferreira e Arthur Rezende. Restava torcer para que o técnico Vinícius Eutrópio que suspenso não comandava a equipe da beira do gramado conseguisse na base da conversa mudar a equipe pra etapa final, e ele conseguiu.

O time voltou sem nenhuma alteração, mas com uma postura diferente, e logo aos 03 minutos Ricardinho apareceu. Ele dominou a bola na intermediária e soltou a bomba de longe, a bola iria para o ângulo esquerdo do goleiro Caíque que voou e conseguiu espalmar pela linha de fundo evitando o segundo do Bugre. O Vitória ainda reagiu e devolveu na mesma moeda, aos 06 minutos Andrigo recebeu a bola na intermediária pela direita e bateu forte pro gol buscando o canto esquerdo de Giovanni, mas o goleiro Bugrino viu bem a jogada, caiu para a bola e conseguiu fazer a defesa sem dar rebote.

Na jogada seguinte o Bugre virou! Inácio recebeu a bola pela esquerda e fez uma grande jogada, deu uma caneta no seu marcador pela esquerda e da lateral da grande área cruzou, a zaga do Vitória tentou cruzar, mas a bola caiu no pé de Mateusinho dentro da grande área e sem marcação ele teve tranquilidade e liberdade pra bater de primeira , a bola ainda tocou na trave esquerda de Caíque e foi morrer na rede do outro lado. Um belo gol do prata da casa Bugrino, seu segundo gol como profissional, segundo do Bugre, vira vira no brinco, Guarani 2×1 Vitória-BA e a Torcida finalmente explodia em festa na arquibancada.

Se a virada já era um grande resultado, o Bugre no minuto seguinte fez o terceiro gol. Aos 09 minutos o lance começou justamente com uma falha do jogador mais vaiado em campo, Victor Ramos, ele mesmo, foi dar um chutão na lateral do campo pela esquerda e acabou chutando a boal em cima de Mateusinho, o lance acabou como um lançamento pra Diego Cardoso que invadiu a grande área e não foi fominha, rolou pra Mateusinho marcar,mas o jovem Bugrino acabou errando a finalização e a bola sobrou espirrada na esquerda com Éder Luís que ajeitou a bola, trouxe pro meio da grande área e só rolou pra Arthur Rezende bater pro gol, ele chutou de primeira, com o pé direito, a bola ainda resvalou na zaga do Vitória enganando o goleiro Caíque e entrou no canto esquerdo, sem nenhuma chance de defesa, com o goleiro batido pelo desvio. Um gol que surgiu depois de falhas, primeiro de Victor Ramos, depois de Mateusinho, mas acabou na bela jogada de Éder Luís e no chute rápido de Arthur Rezende ajudado pelo desvio da defesa e o Torcedor Bugrino respirava enfim aliviado, primeiro gol de Arthur Rezende com a camisa Bugrina, Guarani 3×1 Vitória-BA.

Com o placar favorável o Guarani passou a controlar mais o jogo, mas não conseguia voltar ao ataque com perigo, já o Vitória era puro nervosismo em campo e em muitas jogadas abusava da violência. Aos 23 minutos O Guarani fez ua primeira mudança, saiu Mateusinho, bastante aplaudido pela Torcida, pra entrada de Deivid Souza que reestreava com a camisa Bugrina, mas ele nem chegou a encostar na bola e já recebeu cartão amarelo aos 25 minutos por retardar uma reposição de bola do adversário.

Sem o mesmo ritmo, o Bugre tinha o domínio do jogo, mantinha a posse de bola e controlava bem o Vitória, apesar de alguns erros do goleiro Giovanni e da zaga Bugrina em saídas de bola no setor defensivo. Aos 32 minutos veio a segunda alteração, saiu Éder Luís pra entrada de Felipe Amorim.

Chance de gol mesmo só aos 37 minutos e em bola parada. Inácio soltou a bomba numa cobrança de falta da intermediária, a bola ainda desviou na defesa, mas desta vez o goleiro Caíque conseguiu chegar na bola e de soco jogou a bola por cima do gol. Seria um golaço do lateral Bugrino que acabou numa linda defesa.

Aos 41 minutos o Bugre mexeu pela terceira vez, saiu Diego Cardoso pra entrada de Renan, outro prata da casa, mas as mudanças não trouxeram novo ânimo ao time e no finalzinho ainda veio um susto quando o Vitória diminuiu o placar aos 44 minutos.

Nickson pegou um rebote na entrada da grande área Bugrina pela direita e cruzou para a grande área, num lance muito parecido com o segundo gol do Oeste na partida anterior, Xandão subiu totalmente fora do tempo de bola no primeiro pau e Ferreira que fazia a cobertura acabou sendo antecipado pelo zagueiro Everton Sena que cabeceou pro chão, ao alcance de Giovanni que caiu um pouco atrasado e a bola passou por baixo do seu braço direito, entrando no cantinho. Falha geral de marcação e posicionamento do sistema defensivo e o Guarani sofria o segundo gol na partida, Guarani 3×2 Vitória-BA.

Sorte que a partida já estava no final, o árbitro acrescentou tr~es minutos ao tempo de jogo e o Guarani conseguiu segurar sua primeira vitória na Série B, de virada, Bugre 3×2 Vitória-BA. Com este resultado o time subiu da 17ª para a 10ª posição ao final da terceira rodada e passou o bastão do Z4 pro outro time da cidade de Campinas que ainda sem vencer, com apenas dois pontos ganhos, entrou no grupo das quatro piores equipes na 17ª colocação.

Uma boa vitória conquistada na base da pressão nos minutos iniciais da segunda etapa, ajudada por um erro da defesa adversária. A parada fez bem ao Guarani do meio campo pra frente, mas a defesa precisa urgentemente de correção, se não tivesse sofrido o segundo gol o time teria terminado esta rodada na oitava colocação.

Festa nas arquibancadas, afinal, já fazia um tempo que a vitória não vinha e a série de 8 resultados ruins seguidos finalmente foi interrompida. Agora a missão é ajustar o sistema defensivo e dar ainda mais qualidade ao sistema de criação e ao ataque Bugrino para o desafio de dois jogos seguidos fora de casa. O Bugre sai pra enfrentar o Paraná na próxima rodada, no sábado à tarde e depois vai a Criciúma na quinta rodada, logo na próxima terça feira, enfrentar o Criciúma.

Claro, há muito a melhorar, mas uma vitória melhora muito o ambiente e pode trazer a tranquilidade que o time precisa pra buscar o resultado fora de casa. A delegação viaja já na quinta feira para Curitiba e não volta pra Campinas, de lá segue direto pra Criciúma para a partida seguinte.

Valeu Guarani!!!

Marcos Ortiz

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Assista o Papo de Bugrino 5 – Criciúma x Guarani


	
	
	

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Próxima Partida – 28/05 21:30

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