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Guilherme Vanzela

Opinião: Hora de escalar um pouquinho mais para nossa torcida

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Deivid Souza, Felipe Cirne e Vitor Feijão. Sim, foram estes os três escolhidos para tentar uma mudança de panorama no duelo contra o Cuiabá. Obviamente a mudança não veio, alguns podem até dizer que o Cirne fez um golaço (de fato fez), mas produção coletiva dele e dos outros é mínima nesta temporada e oportunidades não faltaram.

Sim, sabemos que fatores como ter o elenco na mão, valorizar quem se esforça no dia a dia, entre outros são determinantes na hora de escalar um time. Porém, há momentos em que a técnica de alguns jogadores parece não encaixar com determinada camisa e creio ser este o caso destes três atletas (além de outros como Eder Luís e Felipe Amorim, obviamente).

Nesta linha, vale e muito Carpini refazer a leitura sobre quem utilizar nos próximos jogos. Sim, sabemos que não há aquele atleta que a torcida clame para entrar em campo, mais perto disso é Renanzinho, muito mais pelo fato de ser prata da casa do que qualquer outra coisa. Claro, ele é um atleta muito novo e com potencial enorme, mas mais para nos ajudar em 2020, 2021 (se empresariado não afundar o guri ou dar um “tombinho” no Bugre, obviamente).

De todos os atletas “poupados” por Carpini assim que ele assumiu, o único que conseguiu corresponder em campo, por incrível que pareça, foi Ferreira em uma partida segura contra o Brasil de Pelotas. Restante, não tem acrescentado e a entrada dos mesmos acaba por fortalecer a “ala dos torcedores cornetas” que, sim, atrapalha o time durante alguns jogos (nossos meninos tem emocional sensível).

Direto ao ponto, será que não vale a pena insistir mais com atletas que algo já fizeram pelo clube? Tudo bem, podem dizer, por exemplo, que Diego Cardoso e Rondinelly são preguiçosos, não renderam nas últimas vezes que entraram em campo e tals. Todavia, algo de positivo já construíram com a camisa bugrina e é muito mais fácil estes perfis resgatarem a segurança de atuar do que um atleta cujo ápice da carreira foi no Sobradinho, por exemplo.

Deve-se, claro, elogiar o profissionalismo de Feijão, Cirne e Deivid Souza. Futebol é extremamente dinâmico e pode ser (se bem que eu duvide e muito) que estes atletas brilhem com outras camisas em 2020. Mas insistir com eles neste momento não é coerente. Como bons profissionais que acredito que sejam, vão entender tal situação e dar suporte aos eventuais atletas escolhidos. Temos uma final de campeonato neste sábado. Não é a final que queríamos, mas não vencer o São Bento pode comprometer sim toda a recuperação da era Carpini e não é isso que queremos. Falta banco? Sim, falta. Mas usar mais uma vez algum dos três suplentes escolhidos contra o Cuiabá, não dá.

 

Guilherme Vanzela, jornalista londrinense, um bugrino EAD apaixonado

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