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Marcos Ortiz

Opinião: Apesar do “joão” e do “bastião”, em Campinas tudo normal, DEU BUGRÃO!

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Foto: David Oliveira - Guarani FC.

Guerreiros não tem medo, tem alma! É a alma do guerreiro que atinge a imortalidade, são seus feitos, suas conquistas, aquilo que em vida fazem ganha a história, a eternidade!

Para o mundo, pode parar tudo! Quem foi que escreveu o enredo do Dérbi 196? Cara, você é sensacional, nada poderia ser mais perfeito!

Há vitórias e VITÓRIAS! Às vezes a gente ganha, mas não parece, outras vezes a gente ganha e pra não deixar dúvidas, eterniza a vitória, e por mais frágil que fosse o adversário, tudo correu como deveria.

É Carpini, acertei hein! Deixaram passar um Bugrino dentro do Brinco e realmente ele fez toda a diferença. Claro, como em toda batalha aconteceram pequenos erros de estratégia, claro, se é guerra, a gente vai levar tiro, mas a coragem não está apenas em se livrar deles, está em encara-los e lutar até o último soldado!

E numa batalha não vence quem da o primeiro tiro, vence quem acerta o último e fatal!

Vencemos a arrogância, vencemos a insignificância, a empáfia! Vencemos aqueles que nunca souberam a diferença entre SER e ESTAR, quem É, É, quem ESTÁ, ESTÁ, mas brevemente não estará mais!

Um imbecil nos chamou de “time amador”… Putz, justo esse imbecil que nunca conseguiu ganhar um dérbi na vida? Como jogador ele fez parte dos 15 anos e 6 meses, viu a gente dançar valsa no Brinco e pior, passou 21 anos sem sequer ver seu time ganhar um dérbi jogando em casa. Amador? Bom, quem viveu, viu!

No dérbi do portão fechado, das besteiras e falácias do “joão”, do “bastião”, quem levou a melhor foi o BUGRÃO! Sem Torcida? Qual o preço de ver o único Torcedor declarado em campo acenar pra outro imbecil tomado pelo capeta e que ousou falar em Deus no intervalo e dizer: “Acabou, tá tudo normal”?

Foto: David Oliveira – Guarani FC.

Qual o preço de ver seu time, comissão técnica e Torcida vestindo uma só camisa, usarem o mesmo espaço e comemorarem como se não houvesse amanha? Qual o preço de saber que um Bugrino está no banco de reservas e não aceitou qualquer outra coisa que não fosse uma vitória? Qual o preço da vitória no dérbi em que o adversário fez de tudo pra nos tirar de lá de dentro e conseguiu?

Acreditem, tá pago, e tá bem pago! Essa imagem paga toda a conta e não precisa de legenda ou complemento! Não, vocês não são deuses, mas são imortais! Não importa daqui quantos anos sejam a Torcida Bugrina e lembrará eternamente do Dérbi do Carpini mandando abraço pro “presidente Peter Pan da Terra do Nunca”.

Ah, e vai se lembrar também do imbecil que conseguiu levar chapéu de goleiro!

É, realmente aquele falso profeta entrou pra história do Dérbi! Foi o primeiro chapéu aplicado por um goleiro na história do Dérbi

E eu? Ah, eu tô aqui feliz demais porque TÁ TUDO NORMAL NA MINHA CIDADE de novo!

E o povo que ESTAVA já NÃO ESTÁ MAIS, ou melhor, está sim, está de novo no seu devido lugar… nossa, passou tão rápido né? Lanterna, rebaixamento, time horrível, treinador incompetente (dois seguidos) e um boneco de ventríloquo na presidência… é a Série A2 tá logo ali, cuidado, da última vez foram quantos anos mesmo? 12? Algo por ai…

É, no Dérbi das besteiras do ‘joão” e do “bastião” deu Bugrão que ganhou e botou mais alguns pregos no CAIXÃO, e pra rimar: ÃO, ÃO, ÃO, SEGUNDA DIVISÂO!

Obrigado, Guarani Futebol Clube o único time “amador” CAMPEÃO BRASILEIRO!

Em tempo: Da próxima vez, cala a boca “joão”, cala a boca “bastião’ e cuidado ai, possuído, não se exponha ao sol, não vá pra rua sem usar o seu CHAPEU!

 

Marcos Ortiz

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