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Na saída do gramado “Tomamos vergonha na cara” – Loss cobra atuação melhor e pede paciência: “Eu entendo eles”

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Foto: Marcos Ortiz - Planeta Guarani.

Na saída do gramado, após a vitória sofrida de virada do Bugre sobre o São Caetano por 2×1 ouvimos alguns jogadores Bugrinos no trabalho do repórter Marcos Luiz da Radio Bandeirantes Campinas.

“A gente começou o jogo e não era pra ser daquele jeito, depois conversamos no vestiário e falamos que não era pra ser daquele jeito, estamos brigando pra ser segundo nossa classificação e desse jeito em casa era vergonhoso. Mas tomamos vergonha na cara, nosso grupo sabe o que quer, a gente chegou e conseguiu dar a volta” disse o zagueiro Diego Giaretta que jogou improvisado na lateral esquerda e em seguida ele comentou o lançamento que deu para Thiago Ribeiro no lance do segundo gol: “Esse é um movimento do treino mesmo que eu faço com o Thiago, ele faz a finta, eu espero o movimento dele e graças a Deus consegui dar um passe, saiu o gol e eu estou feliz”, finalizou Giaretta que está suspenso na próxima partida.

No player você ouve também as entrevistas de Ricardinho e de Diego Cardoso, autor do primeiro gol, seu quarto pelo Guarani no Paulistão.

 

Em seguida foi a vez do técnico Osmar Loss analisar o resultado e ele deixou claro que o futebol foi muito abaixo do esperado, em sua entrevista coletiva:

“Acho que a gente ficou abaixo do que poderia render, sobrou transpiração, sobrou vontade e energia, mas faltou um pouco e leitura de jogo. São coisas que precisamos melhorar,mas acho que hoje o que temos que valorizar é essa postura que foi similar a do jogo contra o Santos e buscar melhorar nosso rendimento no próximo jogo pra continuarmos buscando as vitórias”, analisou o treinador, que também falou das dificuldades impostas pelo sistema de marcação do São Caetano que obrigaram o Bugre a sair no lançamento direto da defesa pro ataque: “Isso se deve à postura do São Caetano que se fechou muito bem dentro do seu campo defensivo”.

Ao final da entrevista coletiva Loss foi questionado sobre as vaias que recebeu da Torcida durante a partida enquanto o Bugre perdia por 1×0 e respondeu:

“Em relação á reação da Torcida é óbvio que chateia, mas eu entendo eles, o time estava perdendo e todo mundo veio aqui na expectativa de ver uma vitória. A gente só espera que que essa reação seja no final da partida, porque no meio do jogo não atrapalha a mim, ela atrapalha os jogadores que estão dentro do campo, que recebem a energia positiva que ela transmite e eu acho importante que a Torcida do Guarani tenha essa consciência de que vamos lutar o tempo inteiro. De vez em quando não vamos jogar o melhor jogo, mas eles precisam estar com a gente até o final, senão as coisas se tornam mais difíceis”, respondeu Osmar Loss que complementou:

“Eu disse desde o primeiro dia que com eles as coisas são menos difíceis, difíceis sempre vão ser porque estamos remodelando, reconstruindo e hoje era um jogo em que estávamos totalmente desfalcados, tivemos o Giaretta na esquerda, sem os dois laterais de função. Eu não quero que eles entendam ou compreendam, eu só quero que eles tenham paciência pra só fazer as cobranças ao final das partidas”, completou.

A entrevista completa com a análise das substituições e a importância da pontuação atingida junto com a chegada ao G2 do Grupo B você ouve no player abaixo:

 

 

 

Marcos Ortiz

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Igor Henrique é apresentado e está à regularizado pra enfrentar o Brasil na terça feira

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Higor Henrique é Apresentado em entrevista coletiva - Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

Já registrado no BID da CBF, o volante Igor Henrique foi apresentado nesta tarde em entrevista coletiva no Brinco de Ouro da Princesa e já está à disposição de Vinícius Eutrópio para a sequência da Série B do Brasileiro.

Você pode ouvir essa entrevista no player abaixo:

Se apresentando como segundo volante, mesma posição de Ricardinho, ele se disse animado com a chegada ao Brinco:

“Minha expectativa é boa, o Guarani tem camisa, tem tradição, estou muito motivado pra fazer uma excelente Série B pelo Guarani”, disse o jogador que desceu a avenida e explicou sua chegada ao Brinco: “Conversei com meu empresário, o Guarani tem camisa e tem tradição, é um desafio tremendo por ter vindo do rival e eu vim motivado pra poder ajudar e fazer uma excelente Série B”.

E ele negou as divulgações de atos de indisciplina que teriam causado sua saída da equipe virgem da linha do trem: “Saiu uma matéria maldosa a respeito disso, que era por indisciplina, já dei entrevista a respeito disso, não teve nada de mais e espero que isso não atrapalhe minha carreira. Pra poder ajudar é só jogando e ajudando o Guarani a vencer os jogos e fazer um grande campeonato pra apagar essa má impressão”.

Ao comentar a possibilidade de disputar posição com Deivid e Ricardinho, ele respondeu: “É uma disputa boa e sadia, , eu vim buscar meu espaço e brigar com eles e estou à disposição do professor, se ele optar por mim na terça vou estar à disposição e na oportunidade que tiver vou deixar um trevo na cabeça dele pra ele ter uma dor de cabeça”.

“Já tenho condições de estar em campo, estava treinando a mais de uma semana, não tenho problema de peso nem nada disso, se ele optar por mim estou à disposição”.

Voltando ao tema saída do clube rival, ele comentou a responsabilidade que tem agora depois da boa aceitação e recepção por parte da Torcida: “Acredito que são os dois, um pouco de tranquilidade por ser recebido pelos Torcedores assim, mas tem que mostrar dentro de campo. A oportunidade que eu tiver vou me doar ao máximo pra ganhar a confiança da Torcia e poder me ajudar, ajudar a equipe jogando, esse é meu pensamento, ajudar a equipe, estou muito motivado”.

Ter saído do rival e tendo dois dérbis pela frente na competição é outro assunto comentado pelo volante na coletiva: “Se tratando de dérbi tem um gosto a mais, e se eu estiver jogando e vencendo é melhor ainda. Pra im a motivação vai ser maior sim e eu quero vencer de tudo quanto é jeito. Quero vencer todos os jogos e se tratando de dérbi quero vencer também, vamô que vamô”, disse o volante, revelado em Castanhal-PA, com passagens por XV de Jaú, Barretos, Mirassol, Ituano, Atlético-GO, Fortaleza e que sujou os pés no começo da temporada pra retomar sua carreira numa equipe tradicional agora, chegando ao Guarani.

“Sou segundo volante, ultimamente estava jogando como primeiro, mas gosto de sair mais pro jogo e jogar pra frente., fazer a equipe jogar, essa é a minha característica”, explicou.

“Quero falar pro Torcedor que vontade e determinação não vão faltar, que a gente seja feliz neste 2019”. prometeu o jogador que também disputou clássicos em Fortaleza contra o ceará:

“Ano passado tive essa rivalidade nesses jogos lá e é diferente. Cada estado é diferente e aqui, pelo que percebi, eu não sei comparar, acho que a briga é igual, é muito boa, as duas torcidas, as duas equipes fazem uma briga muito acirrada”.

Após a entrevista, no início da noite ele teve seu nome regularizado no BID da CBF e portanto, depende apenas da decisão de Vinícius Eutrópio nos treinamentos até segunda feira para estar entre os titulares na terça feira contra o Brasil de Pelotas, no Brinco de Ouro da Princesa.

Marcos Ortiz

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Para Giovanni Guarani faz “futebol que agrada” e “tem muito a conquistar na competição”

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Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

Na reapresentação do elenco depois de uma derrota que pode complicar muito a situação do Guarani ao final da 5ª rodada da Série B colocando a equipe no grupo das equipes que brigam contra o rebaixamento o escolhido para a entrevista coletiva foi o goleiro Giovanni.

Bastante contestado por Torcedores, apesar de boas defesas nas primeiras partidas da competição, Giovanni acabou mostrando uma visão completamente diferente daquela que a realidade nos permite interpretar durante sua entrevista. Você pode ouvir no player abaixo:

“Acho que nos dois jogos fora de casa o time apresentou, no contexto geral, o time apresentou um bom volume de jogo, bons aspectos ofensivos na partida. No jogo contra o Paraná bons aspectos defensivos, contra o Criciúma bons ofensivos e isso gerou boa expectativa pra gente. Infelizmente contra o Criciúma não conseguimos concluir as oportunidades em gols e isso ocasionou nossa derrota, mas dentro do que nossa equipe mostrou na partida a gente tem muito a conquistar dentro da competição”, disse Giovanni, mostrando sua leitura, digamos, “um pouco excêntrica” da partida entre Criciúma x Guarani.

E Giovanni foi além, disse considerar muito cedo pra atribuir culpas por um desempenho que ele considera bom: “Acho que se tiver que culpar a culpa tem que ser geral, mas eu acho que ainda é muito cedo pra gente afirmar qualquer coisa porque, ao contrário do Paulista na reta final, o que o nosso time vem apresentando dentro de campo vem agradando desde a primeira partida contra o Figueirense na proporção ofensiva, defensiva, tática e até mesmo nos jogos contra o Mirassol nós fizemos grandes atuações, o que falta mesmo é o capricho no momento final, na finalização”.

“Acho que aquela ânsia de querer matar o jogo tem atrapalhado um pouquinho, mas como os gols saíram no jogo contra o Vitória eu tenho certeza que daqui pra frente, começando agora contra o Brasil, a gente vai fazer uma grande apresentação. Contamos com a nossa Torcida nos prestigiando, torcendo e vibrando com a gente pra conseguirmos esses três pontos”.

Marcos Ortiz

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Depois de derrota e invenções na escalação, Eutrópio: “Jogamos pra ganhar (?)”

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Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

E depois da derrota para o Criciúma, uma das piores equipes na competição, o técnico Vinícius Eutrópio que decidiu inventar na escalação, brincou de Professor Pardal e pagou o preço ao final do jogo, tentou justificar o péssimo resultado do Bugre em Criciúma. Resta saber quem é o “Lampadinha”, o assistente do inventor das histórias em quadrinhos nessa história.

Mesmo com alguns problemas de cortes durante a transmissão, você pode ouvir essa entrevista no player abaixo:

“Me deixa chateado porque nós fizemos, principalmente no segundo tempo, com superioridade ou não, um jogo pra ganhar, logo com dois, três minutos tivemos a primeira oportunidade e depois umas quatro ou cinco oportunidades claras de fazer o gol e ganharmos o jogo. Fico chateado por isso, nós viemos buscar, terminamos o jogo em cima e perdemos as oportunidades claras. Série B é muito equilibrada, normalmente você sofre pra jogar fora de casam, mas a gente não sofreu contra o Paraná e principalmente hoje aqui”, disse Eutrópio, que seguiu analisando um jogo que eu pessoalmente não vi:

“Já no primeiro tempo, apesar de não ter feito um excelente jogo, a gente já teve mais de 60% de posse de bola e no segundo são as oportunidades, a gente não pode deixar de fazer os gols que está perdendo. É uma deficiência que a gente já detecta, a gente sabe e vai continuar treinando, dando tranquilidade, isso não quer dizer que estou jogando nenhum peso sobre eles, mas um jogo fora de casa com essas oportunidades claras a gente tem que matar. Acabou sendo pra mim o goleiro o melhor jogador do time (do Criciúma)”.

Para ele os erros de finalização são consequências: “É um misto de falta de tranquilidade, de deixar a bola cair um pouco mais ou deitar um pouco mais o corpo. É um misto de tranquilidade com também, às vezes, competência da nossa parte, sem dúvida”.

“Não há desculpas nem azar, existe a justificativa porque a gente não pode se dar ao luxo de criar as oportunidades, sabíamos que o Criciúma quando fez o gol baixou bastante, nós tivemos mais a posse de bola mesmo no primeiro tempo não jogando um grande futebol. Eles sabiam que jogamos com quatro atacantes e bloquearam o fundo com o Éder, o Diego e o Deivid Souza e no segundo tempo, já com a superioridade, nós conseguimos fazer algumas oportunidade,s mas não conseguimos converter isso, por competência ou não, em gols”.

Para Eutrópio o time soube aproveitar a vantagem numérica com a expulsão de um adversário no primeiro lance da segunda etapa: “Nós nos impusemos, fizemos meio campo o tempo todo. Obviamente o Criciúma teve a competência de até certo ponto se defender, mas quando o goleiro faz uma grande defesa é que o adversário não conseguiu se defender, a bola chegou até ele. Passamos por todas as etapas, construímos, criamos e finalizamos, ai foi mérito do goleiro e também um pouco de incompetência daqueles nossos jogadores que estavam de frente pro gol e não conseguiram concluir em gols”.

O treinador evitou comentar o lance da expulsão de Mateusinho dizendo apenas que por ser um garoto pretende conversar com o jogador e lamentou perder o atleta para a próxima partida.

Segundo ele o planejamento da equipe é voltar a pontuar: “Nosso planejamento é voltar a pontuar em casa principalmente, a gente vinha de uma vitória e um empate bom, nosso planejamento, com todo o respeito ao Criciúma, era ganhar aqui pelo que o time veio apresentando e agora temos que trabalhar bem, tranquilos, focar nas nossas deficiências, melhorar mais porque futebol é um esporte coletivo. Ainda estamos em processo de entrosamento, ainda  estamos conhecendo o que precisamos, hoje jogamos com um a mais e acho que nossos zagueiros poderiam sair um pouco pro jogo pra empurrar nossos volantes”.

Opinião

Estranho o treinador declarar que o time ainda está em fase de conhecimento e entrosamento logo depois de ter optado por mudar o time. Eutrópio mudou metade do setor defensivo e demonstrou que tem por hábito improvisar atletas em detrimento de outros da posição, mudou o lateral direito, colocou zagueiro na lateral esquerda e a entrada de Deivid no lugar de Mateusinho em momento algum mostrou qualquer ganho de rendimento ou produtividade ofensiva pra equipe, pelo contrário.

Foi uma partida daquelas em que tudo deu errado, a marcação no meio de campo principalmente com Deivid, que já havia custado alguns perigos ao gol de Giovanni, desta vez custou um gol, a defesa Bugrina segue marcando a bola e não o adversário nas bolas levantadas pra grande área, o meio de campo tem dificuldades enormes na criação das jogadas, tanto que Ricardinho passou a ser o articulador do time durante boa parte da segunda etapa e o ataque Bugrino é de cócegas, faz rir, mas não produz nenhum efeito no adversário.

Esse é o trabalho do treinador, analisar  o que tem nas mãos e com isso tirar um time aceitável, mas esse time aceitável considera que jogadores da posição ocupem a posição.

Mexeu, inventou, matou a força da equipe pelas laterais, e ai, com um meio de campo improdutivo e um ataque risível, não conseguiu nada além de uma derrota sofrível.

Participou diretamente da derrota.

 

Marcos Ortiz

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Assista o Papo de Bugrino 5 – Criciúma x Guarani


	
	
	

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Próxima Partida – 28/05 21:30

Brasileiro - Série B

Guarani FC X Brasil de Pelotas-RS

Estádio Brinco de Ouro da Princesa
Campeonato Brasileiro - Série B

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