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Entrevistas

Na saída do gramado pouca conversa e mais um resultado sem explicação

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Enfileirados, jogadores do Guarani deixam o gramado praticamente sem falar com a imprensa - Foto: Marcos Ortiz - Planeta Guarani.

Depois da partida os jogadores do Guarani não quiseram muito papo com a imprensa, após o apito final eles se concentraram no centro do campo, conversaram, enquanto alguns reclamavam com o árbitro do jogo, outros abraçavam jogadores adversários e uns cinco minutos depois todos saíram juntos, enfileirados.

No player você saberá quais os jogadores que se negaram a falar com a imprensa na saída do gramado e conferirá as poucas entrevistas concedidas.

 

Apenas dois atletas falaram ao repórter Marcos Luiz da Radio Bandeirantes Campinas, o goleiro Agenor e o zagueiro Fabrício, autor do gol.

Agenor aliás, pelo pouco que falou, teve uma visão um pouco distorcida do jogo, afirmando que o Oeste nada criou e só teve a chance de marcar no lance que fez o gol de empate, desconsiderando até a bola no travessão ainda na primeira etapa:

Todos viram o jogo que aconteceu aqui hoje eles tiveram só essa chance no meu modo de ver. Não é justificativa, a gente tinha que sair vitorioso daqui, mas agora é levantar a cabeça, juntar os cacos porque temos duas partidas fora e vamos buscar as vitórias fora de casa porque precisamos dar uma resposta pro torcedor, dar uma resposta pra gente mesmo também. É levantar a cabeça pro próximo jogo, independente das circunstâncias que aconteceram nessa partida porque a gente precisa pontuar fora”, disse o goleiro Bugrino.

Sinceramente? A Torcida não precisa mais de respostas do elenco, não há mais o que fazer na competição, a resposta ela esperava três rodadas atrás, agora vencer é só adiar o inevitável, o momento em que a matemática dirá que o Guarani tem 0% de chance de acesso.

Em seguida falou o zagueiro Fabrício, autor do gol e que por pouco não consegue desempatar o jogo nos minutos finais: “É difícil, a gente tá trabalhando, tá se doando, tá honrando a camisa, mas é difícil falar num momento esses, eu não gosto de falar de arbitragem, mas hoje eu acho que influenciou. Não tem o que falar, a gente tem que continuar trabalhando e mudar essa situação com trabalho, não tem outra forma“, disse o zagueiro que considerou o resultado injusto em seguida:

Não acho que foi justo pelo segundo tempo principalmente. A gente teve o controle, faltou um pouco mais de tranquilidade pra acertar o último passe e poder fazer o gol, mas é como falei, o momento é complicado, a vitória  não tá vindo, a gente tá fazendo por onde, não é falta de entrega, de comprometimento, temos que continuar trabalhando pra poder mudar essa situação dentro de campo, não tem outra forma“, concluiu.

Também aqui, em que pese reconhecer que Fabrício não teve culpa no resultado, muito pelo contrário, mas nitidamente parte considerável do time que esteve em campo esteve muito longe de mostrar esse comportamento de honrar a camisa, entrega, ou qualquer outro, aliás, não só nesta partida, como em muitas outras.

Bola pra frente, ano que vem tem mais.

 

Marcos Ortiz

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