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Na saída do gramado jogadores reclamam do horário, calor e dos gols sofridos

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Logo após a partida, o empate do Bugre com o Mirassol fora de casa, acompanhamos algumas entrevistas do repor ter Marcos Luiz pela Radio Bandeirantes Campinas com os jogadores Bugrinos analisando o resultado. Se preferir você pode ouvir as entrevistas no player.

 

Depois de passar mal, chegando a vomitar no gramado, primeiro jogador a falar foi o lateral William Matheus: “Foi pelo desgaste, acabei passando mal e vomitei, mas tem que ser assim, a gente tem que dar a vida pra conseguir os pontos”, confirmou o lateral que em seguida falou sobre o resultado: “Foi bom pra gente, pra falar a verdade foi muito difícil pra gente esse jogo principalmente na parte física. Jogamos na quinta a noite, viajamos pra Campinas, chegamos às 3 da manhã (de sexta), depois viajamos quatro horas até aqui pra jogar às 11 num sol quente desses. Acho que a equipe mereceu o empate e no final estamos de parabéns”.

O lateral Inácio entrou na segunda etapa refazendo a dobra com Matheus pela esquerda e ele foi o próximo entrevistado: “Foi um jogo difícil, a gente tentou impor nosso jogo, mas o Mirassol acabou marcando… eles acharam dois gols de bola parada, a gente sabia que o forte deles era esse e infelizmente tomamos os dois gols, mas mantivemos a cabeça no lugar, corremos atrás e conseguimos o empate, levamos pra Campinas um ponto importante”.

Autor do seu primeiro gol com a camisa Bugrina, um golaço, o atacante Thiago Ribeiro falou em seguida: “Graças a Deus consegui fazer o gol logo no começo e isso ajuda muito, fazer um gol no começo do segundo tempo. Depois melhoramos no jogo, na minha visão tomamos o gol quando a gente estava melhor em campo, não é fácil com um sol desses ter que correr atrás de um resultado. Isso pode parecer desculpas, jogador reclamando do sol, mas é muito desgastante, jogar um jogo de futebol profissional em qualquer horário já é desgastante, ainda mais num sol desses. Esse ponto vale mais ainda por isso, a gente teve esse prejuízo de ter que buscar o empate até o finalzinho do jogo, graças a Deus no final fomos premiados com o empate, na minha visão conquistar quatro pontos em dois jogos fora é muito bom, agora temos um jogo em casa onde precisamos nos impor, mesmo sendo difícil contra o Botafogo temos que procurar vencer pra nossa situação no campeonato melhorar chegando na metade do campeonato com uma vitória, com 10 pontos conquistados a gente fica muito próximo de conquistar nosso objetivo que é a classificação”.

Esse foi seu primeiro gol com a camisa Bugrina, para ele algo muito importante: “É muito importante porque é o meu terceiro jogo, joguei alguns minutos contra o Bragantino, depois não entrei contra o Corinthians e o Oeste e entrei contra o São Paulo, é meu segundo como titular. Ainda estou buscando o ritmo ideal, não é fácil, mas esses dois jogos seguidos, mesmo sendo um na quinta à noite e um desses agora no domingo de manhã que você joga por ter que jogar, mas não dá pra dizer que um jogador tem que estar 100% recuperado. Pra mim foi bom pra sequência de jogo, acredito que contra o Botafogo vou estar mais solto, mais leve e ganhando cada vez mais ritmo de jogo procurando fazer mais gols pra ajudar o Guarani”.

Foi uma atuação desastrosa da zaga Bugrina que não conseguiu marcar a única jogada do Mirassol, a bola aérea. Quem falou em seguida foi o zagueiro Ferreira: “A gente sabe que foi muito abaixo do último jogo, mas estamos cansados. A palavra ali dentro foi superação, acredito que conseguimos nos superar. Saímos atrás duas vezes e no final guerreamos e conseguimos buscar o gol, esse ponto vai ser muito importante lá na frente, saio feliz daqui depois dessa jornada que foi complicada”, disse Ferreira que em seguida falou sobre tomar dois gols de Leandro Amaro, seu ex companheiro de zaga no Guarani:

Ele é “brabo”, além de ser meu amigo é um irmão que tenho na bola, infelizmente bobeamos com ele e não podia, mas agora vamos ter uma semana pra trabalhar e vamos ajeitar porque isso não pode acontecer nunca”, concluiu.

Tomara que conserte mesmo, porque ao menos reconheceu que isso não pode acontecer, e realmente não pode. O Guarani perdeu dois pontos graças à sua defesa neste domingo em Mirassol. Não que do meio pra frente o time tenha jogado algo bom, mas o ataque fez dois gols, já a defesa escapou de tomar mais.

 

Marcos Ortiz

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Ricardinho prevê boa Série B, elogia elenco e jogadores da base: “Molecada muito boa”

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Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

E depois do jogo treino que terminou com empate por 1×1 com o São Caetano na manhã deste sábado, o volante Ricardinho também falou analisando a preparação da equipe e o desempenho nestas partidas preparatórias para a Série B do Brasileiro.

Você pode ouvir esta entrevista no player abaixo:

“Acho que já existe uma evolução, claro que os jogos são diferentes dos treinamentos, mas acho que do primeiro amistoso que a gente fez até agora já houve uma preparação e uma evolução mais intensa. Hoje, principalmente no segundo tempo acho que as melhores chances foram nossas de poder fazer os gols e poder caprichar nos detalhes, mas do início da preparação até agora a gente se sente mais ofensivo, a evolução é notória e a gente espera concretizar isso com uma boa vitória na estreia”, disse o volante que tende ser o capitão da equipe.

“Nossa equipe chega num estágio bacana porque a maioria dos jogadores que estavam aqui já estavam em ritmo de competição e agora estamos tendo tempo pra preparação física, treinar taticamente também com um pouco mais da cara que o Vinícius pede. Tem coisas que somente a competição vai trazer pra gente, confiança, trazer o Torcedor pro nosso lado, acho que todas as equipes que conseguiram sucesso na Série B estavam com o torcedor apoiando e isso depende de nós, esperamos na primeira rodada dar alegria e passar confiança pro nosso Torcedor ao ver a gente jogar”.

Para Ricardinho o Torcedor pode esperar um time ofensivo: “A gente espera um time ofensivo que seja intenso, já começamos a mostrar um pouco disso no jogo contra o Mirassol, era decisivo, estávamos ganhando de 2×0 e depois nos expusemos, mas esperamos ser intensos, ofensivos, jogar de uma forma que a Torcida do Guarani gosta e pede, ela quer ver o time atacando, jogando pra frente, a gente espera dar conta do recado”.

“Acho que hoje no segundo tempo a equipe também pressionou bastante, tivemos as melhores chances de gol do jogo, levamos um gol em mais uma coisa que precisa ser corrigida que é o time adversário ter uma chance, ir lá e fazer um gol na gente. Temos volume, chutamos, perdemos gol dentro da pequena área, precisamos corrigir, ter um time mais malandro, mais decisivo pra conseguirmos as vitórias e a confiança necessária pra fazermos um grande campeonato”.

E para ele os resultados ruins na Copa do Brasil e as eliminações no Paulista e no torneio do interior são coisas do passado: “Ficou pra trás, a gente teve um tempo bacana pra trabalhar também nesse sentido (emocional), jogadores tem chegado pra nos dar confiança pra agregar ainda mais valor e potencial, isso é necessário ainda. A gente espera fazer uma outra história, a competição é diferente, a equipe está bem motivada pra isso, é uma grande oportunidade novamente pra carreira de todos nós. Esperamos fazer um campeonato muito bom agora na Série B”.

O volante também falou sobre as chegadas dos novos jogadores: “O Éder (Luís) chegou ontem, a primeira vez que eu o vi já foi no jogo, o Xandão fez apenas um treinamento, enfim, a gente precisa de mais peças, sem dúvidas, a diretoria precisa se mexer e tem feito os esforços necessários. Vejo com bons olhos, são jogadores que vão nos ajudar bastante, o Xandão é da casa, tem uma liderança bastante positiva, o Éder é um jogador que por onde passou foi vencedor. A gente espera que cada um que chegar possa honrar a camisa do Guarani, sentir prazer e a alegria de estar aqui jogando, esperamos colocar o Guarani novamente na elite do futebol brasileiro”.

Alem dos reforços, o time também tem à disposição uma boa quantidade de jogadores vindos das categorias de base e Ricardinho também falou sobre os meninos que estão no elenco: “É uma molecada boa, trabalhadora, humilde, escuta bastante. O Bidu, o Mateusinho, o Renanzinho, o Acorsi também vem treinando no dia a dia. Converso muito com eles e são moleques que ouvem, isso é muito difícil no futebol de hoje em dia, na maioria das vezes a molecada já sobe com um pensamento um pouco elevado, um salto alto, mas aqui não, são bons, escutam bastante, hoje o Bidu entrou e conseguiu dar sua contribuição, fez o gol, ele treina bastante. Acompanhando os treinamentos todos vão poder perceber que ele quando acabam os treinos eles estão sempre trabalhando um pouco a mais, converso bastante com o Mateusinho nesse sentido e espero que eles possam dar muita alegria ao Torcedor Bugrino também no profissional”, concluiu.

 

Marcos Ortiz

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Eutrópio vê time em evolução gradativa e garante: “Nos jogos oficias a bola vai entrar”

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Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

Depois de comandar o Guarani no terceiro jogo treino em preparação para a estreia na Série B do Campeonato Brasileiro que acontece no próximo sábado às 16:30 no Brinco, o técnico Vinícius Eutrópio analisou a atuação da equipe, garantiu que ainda não tem um time titular definido e que a falta de vitórias não o preocupa, em uma rápida entrevista coletiva após a partida.

Você pode conferir no player abaixo:

 

“Estou muito feliz, enfrentamos um adversário com uma marcação muito forte, nosso time propôs o jogo, trabalhou em cima na pressão os 90 minutos. Nosso time incorporou isso, tivemos o domínio total e perdemos várias chances”, assim o treinador analisou a atuação da equipe no empate por 1×1 com o São Caetano.

“Perder várias chances é o menos importante, o mais importante é o espírito que a equipe realmente incorporou e é isso o que a gente vai querer e vai cobrar e nós vamos fazer na Série B”.

Perguntando sobre os pontos negativos da equipe, ele minimizou: “Muito pouca coisa, eles tiveram uma chance e fizeram, houve falhas nossas, mas o que eu não gostei é que criamos muito e só fizemos um, foram muitas chances desperdiçadas. Com tranquilidade e traduzindo o nosso domínio e essas chances em gol vamos conseguir as vitórias fácil”.

Ao responder sobre a tendência de a equipe que iniciou o jogo treino ser a base titular, Eutrópio afirmou que não tem ainda um time definido: “Quem iniciou não está garantido não, fiz várias trocas, puxei o Arthur pra segundo (volante) numa eventualidade na falta de um volante porque não gosto de volante fixo, testamos outras variações e o time , como todo mundo entrou bem, principalmente no segundo tempo, está aberto ainda, a chance está aberta pra todos”, garantiu.

O gol Bugrino foi marcado por Bidu, lateral esquerdo vindo da base, numa bela cobrança de falta e Eutrópio falou sobre a atuação do jogador: “Pra gente que o acompanha no dia a dia não chega a ser uma surpresa, é uma comprovação de que ele vai ter um bom caminho, temos que tratar com carinho não só ele como todos os outros. Eu sempre digo, tem condição, está pedindo passagem, vai jogar”.

O time não venceu nenhum dos jogos treino, perdeu o primeiro e empatou os dois seguintes, marcou seu primeiro gol neste último jogo treino. Para o treinador isso mostra um “crescimento gradativo”: “Os resultados foram gradativos, nós demos muita carga de trabalho na primeira semana, na segunda já trabalhamos melhor contra um time mais forte e essa semana, contra um time mais forte que inclusive venceu o time reserva do São Paulo que é forte nessa semana nós demos vários passos à frente, principalmente nessa semana”.

“Pontos positivos, o espírito, encarnamos o que a gente quer, um time ofensivo, um time que marca adiantado e que não tem medo de jogar, é isso que a gente quer propor. A vitória realmente não vieram por detalhes, mas com certeza nos jogos oficiais a bola vai entrar”, concluiu o técnico Bugrino.

 

Marcos Ortiz

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Treinador espera chegada de reforços para essa semana e considera trabalho evoluindo

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Foto: Letícia Martins - Guarani FC.

Na manhã desta segunda feira, o técnico Vinícius Eutrópio alou em entrevista a Radio Bandeirantes Campinas e respondeu questões dos mais diversos âmbitos há 12 dias da estreia do clube na Série B do Brasileiro.

“A gente está no meio (da preparação), faltam duas semanas e e as duas primeiras passaram. Nas primeiras a gente focou mais nos jogadores, nas saídas e agora a gente deve focar mais na chegada de jogadores pra que a gente possa ter ao menos na última semana um grupo bem encorpado pra que a gente possa ter uma boa estreia no Brasileiro”, disse o treinador, resumindo como foram as duas primeiras semanas de trabalho.

Eutrópio analisou a atuação do Guarani no jogo treino do último sábado, principalmente comparando ao primeiro jogo treino contra o Rio Branco: “Sem dúvida (houve evolução), primeiro os objetivos são diferentes, na primeira semana tivemos muita carga de trabalho, muita ênfase na pegada, na marcação e na agressividade, numa postura totalmente diferente da equipe e a gente meio que abandonou a parte técnica, os conceitos e colocou muita pegada e competitividade, o que todo mundo detectou que precisava. Já na segunda semana começamos a explorar os conceitos técnicos, de marcação e de posse de bola com um adversário muito melhor, o Ituano bem trabalhado que já tem um trabalho de longo prazo e nós nos saímos muito bem”.

“Tivemos dificuldades e é normal ter porque jogamos contra um time bem montado, mas também conseguimos chegar ao gol várias vezes, perdemos um pênalti, nossa equipe em 70 minutos enfrentou basicamente duas equipes e fisicamente se portou bem contra as duas porque o Ituano fez uma troca total com 38 minutos. Tenho certeza que um passo já foi dado, mas esperamos contar no mínimo nessa semana com quase todo o elenco pra podermos ganhar conjunto e trabalho nesses últimos 15 dias, já esperamos poder utilizar isso (reforços) no campo, vai ser nosso último treino e é fundamental que possamos colocar o maior número possível do que a gente visualiza pra estreia nesse último jogo”, disse o treinador.

Um dos jogadores mais contestados pela Torcida e imprensa é o meia Rondinelly de quem o treinador disse que espera o melhor, e ele falou especificamente sobre esse atleta na entrevista: “Vou tirar do Rondinelly o que ele tem de melhor, se ele tem a qualidade, se ele tem essa capacidade e todo meia que tem qualidade é um pouco mais tranquilo na marcação, porque isso é histórico e por isso eles são meias ou atacantes, o que a gente tem que fazer é que ele tenha tranquilidade quando está com a posse de bola pra usufruir a qualidade dele, mas que sem a posse de bola ele seja tão competitivo quanto são todos os outros. Gosto de dizer que no grupo eu trabalho assim, já peguei muito jogador que desliga na marcação e as pessoas ficam assim, vai, vai marcar, tem que marcar, mas eu não, acho que isso chama negativamente o jogador, o que eu costumo dizer nos treinos é quando ele tem um treino e perde a bola, mas marca eu falo muito bom, valeu, isso mesmo, você tá fazendo certo, porque as pessoas gostam de ser elogiadas”.

“Assim Automaticamente o sub consciente dele quando ele perder uma bola e correr pra marcar vai receber um elogio do chefe, estamos estimulando positivamente o jogador. Esse é um conceito que a gente tem e eu trago de outros trabalhos, mas é o que vamos fazer, tirar o melhor de cada um. Não vai ser de uma hora pra outra porque ninguém tem esse poder mágico, mas podemos conscientizar o jogador pra ele saber que isso é importante pra vida profissional dele, se ele quiser mudar isso já é um grande passo”, defendeu o treinador, praticamente apresentando uma “tese de adestramento”.

Questionado sobre o perfil dos reforços que ele espera receber, ele considerou: “Os reforços tem que ser pontuais por dois motivos, um porque ninguém tá nadando em dinheiro, dois porque não adianta encher o grupo. A gente também detectou e é de comum acordo e estamos buscando esses jogadores, talvez demore um pouco mais exatamente pra não simplesmente trazer por anunciar, inchar o grupo. Tem jogadores, por exemplo com a saída do Thiago Ribeiro tentamos um jogador com experiência, com qualidade e que seja melhor que o Thiago sem ter tanto dinheiro no mercado, nós temos que ter isso, a camisa do Guarani é forte e em cima disso conseguimos abordar o jogador e convencê-lo a vir pra cá”.

Ao ser questionado sobre o uso das categorias de base ele repetiu o discurso de que são jogadores que precisam de mais maturidade pra poderem jogar pelo time profissional: “Subir para o profissional é algo que mudou radicalmente sua vida, ele sempre jogou contra garotos da sua idade, sempre teve uma tranquilidade de ficar dois anos na mesma categoria e isso tem que ser planejado. A gente vê muitos jogadores brilharem nas categorias de base e se perderem nessa última transição justamente porque não tem esse planejamento, então, tendo toda essa vivência que eu tenho com o clube e com a expectava para esse jogador, a primeira coisa é montar um planejamento de transição pra que a gente não perca jogador, se ele vai jogar com uma partida, três meses ou depois de dois anos, isso vai da capacidade dele de adaptação, de superar e ter o seu espaço. Um exemplo prático e rápido é o Mateusinho, cada jogador tem seu nível e dentro desse nível responde melhor, ele já respondeu, o que não quer dizer que um menino que esteja trabalhando e não esteja respondendo não está sendo cuidado, pelo contrário, vamos cuidar sim”.

Ao longo da entrevista o treinador repetiu outras vezes que tem que trabalhar com a realidade e os nomes que tem á disposição, até mesmo ao falar sobre uma possível saída de atletas, casos específicos de Diego Cardoso e Anselmo Ramon. Eutrópio afirmou que mesmo reconhecendo ser complicado repor peças no decorrer do campeonato, não pode se recusar a trabalhar com o que tem em mãos e levar a campo sempre o que considerar melhor.

 

Marcos Ortiz

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Guarani 2×1 São Caetano – Imagens do PG


	
	
	

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