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Jogos e Resultados

Guarani não faz a sua parte e definitivamente deixa a briga pelo G4 mesmo com rodada ajudando

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Imagem: Reprodução - Premiere FC.

Pela 35ª rodada o Bugre entrou em campo precisando vencer, mesmo jogando fora de casa, o Figueirense. Antes de o jogo começar alguns resultados já eram conhecidos, a maioria muito bons, mas a equipe já sabia que precisaria vencer para seguir vivo na competição e ainda assim manteria-se cinco pontos atrás do quarto colocado.

Com resultados que lhe ajudavam na abertura da rodada, podendo ultrapassar Vila Nova e Atlético-GO e seguir com chances matemáticas de buscar uma das quatro vagas, o Guarani dependia do seu resultado dentro de campo, uma síntese de toda a campanha, e o que se viu foi exatamente um resumo de toda a campanha Bugrina na Série B do Campeonato Brasileiro.

Imagem: Reprodução – Premiere FC.

Pouco antes do início Umberto Louzer confirmou a equipe sem a presença de Matheus Anjos, vetado pelo DM, assim o Bugre foi a campo com Agenor; Kevin, Philipe Maia, Fabrício e Romário; Willian Oliveira, Ricardinho e Denner; Rafael Longuine e Jefferson Nem; Gabriel Poveda. Mais uma vez o Guarani precisava vencer um jogo para voltar à competição, então vamos ao jogo:

Dentro de campo

O jogo começou amarrado, sem que nenhuma das equipes conseguisse criar nenhuma oportunidade de gol. O Guarani até buscava mais o jogo, chegava sempre à intermediária ofensiva, mas faltava o último passe e, diferentemente da vitória

Jefferson Nem bate bem,mas o goleiro desvia de ponta de dedos e evita o primeiro do Bugre. Imagem: Reprodução – Premiere FC.

Aos 15 minutos a primeira chance do jogo e foi do Bugre. Torca de passes na meia pela direita até o passe para Rafael Longuine que viu a passagem de Jefferson Nem  dentro da grande área pela esquerda, ele chegou batendo cruzado, a bola iria pro fundo do gol, mas o goleiro Vitor Caetano de ponta de dedos conseguiu desviar pela linha de fundo tirando o primeiro gol Bugrino.

O lance animou o Bugre que passou a dominar a partida, aos 19 minutos num rápido contra a taque Rafael Longuine recebeu a bola pela esquerda, ele tinha dois jogadores do Bugre dentro da grande área, mas insistiu no lance e preferiu bater pro gol, mas bateu em cima do seu marcador, desperdiçando uma grande oportunidade. Foi fominha demais.

O Figueirense que não havia finalizado ainda pro gol, logo no primeiro chute assustou.  Aos 24 minutos Felipe Amorim fez jogada na entrada da grande área, passou pela marcação e bateu pro gol, o goleiro Agenor já estava batido,mas a bola explodiu na trave esquerda, pra sorte do Bugre e no rebote a zaga afastou o perigo. O troco do Bugre também foi perigoso, aos 27 minutos troca de passes na meia, até que Denner bateu cruzado buscando Gabriel Poveda dentro da grande área, ele se jogou, mas não alcançou a bola, que saiu pela linha de fundo.

Longuine cara a cara chuta em cima do goleiro. Imagem: Reprodução – Premiere FC.

Aos 28 minutos outra grande oportunidade, Rafael Longuine recebeu lindo lançamento dentro da grande área, no meio de dois marcadores, ajeitou o corpo e, cara a cara com o goleiro bateu pro gol, mas chutou em cima de Vitor Caetano perdendo um gol feito. Não pode perder gol assim, não pode!

O Guarani abusava do direito de perder gols, aos 38 minutos numa grande jogada que começou com Gabriel Poveda que tocou de calcanhar para Jefferson Nem no meio de campo e saiu em velocidade, ele recebeu a bola de volta pela direita, avançou e cara a cara com o goleiro Vitor Caetano tentou bater por cima do goleiro que se jogou na bola e conseguiu fazer uma grande defesa, mais uma vez evitando o primeiro gol do Bugre. NÃO PODE PERDER GOL ASSIM, NÃO PODE!

Poveda tabela e recebe em velocidade, mas acaba chutando em cima do goleiro. Imagem: Reprodução – Premiere FC.

Aos 43 minutos Fabrício cometeu uma falta na intermediária defensiva e recebeu cartão amarelo, esse foi o terceiro cartão do zagueiro Bugrino que cumprirá suspensão na próxima partida. Pouco depois, aos 45 minutos o Figueirense assustou, depois de uma troca de passes na intermediária, Matheus Sales arriscou de fora da área e bateu cruzado, assustando Agenor, mas a bola saiu à direita do gol, com perigo.

Depois de um bom primeiro tempo com muitas chances de gols desperdiçadas, a expectativa era para que na segunda etapa o time conseguisse finalmente abrir o placar, chegar à vitória e subir para a sétima colocação. Umberto voltou com o mesmo time que terminou o primeiro tempo.

Mas o Bugre voltou, mesmo buscando o atraque, errando muitos passes e aos 06 minutos, se não fosse por um erro do árbitro, poderia ter sofrido o primeiro gol. Ferrareis ficou coma bola e saiu na cara de Agenor, mas o árbitro paralisou a jogada não aplicando a vantagem e marcou uma falta de Philipe Maia em cima de Elton no início da jogada, sorte do Bugre.

De longe Ricardinho chuta no ângulo e exige grande defesa do goleiro. Imagem: Reprodução – Premiere FC.

A primeira chegada do Bugre foi perigosa, aos 15 minutos Ricardinho recebeu passe na intermediária e de muito longe bateu firme, buscando o ângulo esquerdo, mas o goleiro Vitor Caetano outra vez voou para a bola e conseguiu, de ponta de dedos, jogar por cima do gol, mais uma vez evitando o gol Bugrino. Seria um golaço de Ricardinho, que lamentou muito a defesa do goleiro adversário.

Aos 21 minutos, depois de um desentendimento com Elton na linha de fundo, Philipe Maia recebeu cartão amarelo, em seguida, aos 22 minutos Umberto fez sua primeira mudança, saiu Rafael Longuine para a entrada de Matheus Anjos, no momento em que o Bugre caiu demais de rendimento na partida, vivendo seu pior momento no jogo.

Sem o resultado esperado, Louzer fez sua segunda alteração aos 28 minutos,, saiu Jefferson Nem para a entrada de Caíque… O Figueirense já dominava totalmente o jogo, até os 30 minutos da segunda etapa o Bugre teve como única jogada o chute de fora da área de Ricardinho e mais nada, dando espaços para o adversário, que ia chegando com perigo.

Aos 36 minutos Umberto fez sua última alteração, saiu Denner para a entrada de Rondinelly, mas não adiantou, o time não foi nem sombra do que foi na primeira etapa, muito menos do que apresentou na vitória sobre o Coritiba no final de semana. Fez uma segunda etapa de time que não brigava por absolutamente mais nada na competição, e de fato era isso, realmente não buscava. alguns de nós é que insistíamos em acreditar.

Depois de muitos erros bizarros dos dois times, aos 49 minutos o árbitro encerrou a partida. Final de jogo em Florianópolis, Figueirense 0x0 Guarani. Com este resultado o Bugre deixa definitivamente a briga por uma das quatro posições no G4. Mesmo com bons resultados a seu favor, faltou mais uma vez fazer a sua parte em campo, como faltou durante toda a competição.

Com 50 pontos na nona colocação, o time tem ainda três jogos pela frente apenas cumprindo tabela, não conseguirá reverter uma desvantagem de sete pontos em relação ao quarto colocado com apenas nove pontos em disputa.

Fica toda a frustração da Torcida não por este jogo, que serviu apenas para que a situação fosse definida, mas porque até agora ninguém consegue explicar a queda de rendimento no exato momento em que o time chegou à sua melhor posição no campeonato, quando na 29ª rodada enfrentou e perdeu para o São Bento em Sorocaba. O time estava na quinta colocação com 45 pontos, depois disso, em 18 pontos disputados somou apenas cinco, deixando de ser candidato ao acesso. .

Um dia alguém explicará, mas falando a verdade!

Agora o futebol do Bugre só volta a interessar em 2019, depois do dia 20 de janeiro quando começa o Campeonato Paulista da Série A1. Até lá a gente se vê nos três “amistosos” que marcam o fim da temporada 2018.

 

Marcos Ortiz

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Guarani 1×0 Londrina – Vitória na última rodada encerrando a Série B para o Bugre

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Foto: Marcos Ortiz - Planeta Guarani.

No jogo que ninguém queria ver, o Guarani entrou em campo pra pegar o Londrina com as duas equipes já não brigando por mais nada na competição. O técnico interino Marco Antônio já havia anunciado a equipe com cinco caras novas e o time iniciou a partida com Passarelli; Felipe Rodrigues, Ferreira, Fabrício e Pará; Willian Oliveira, Denner, Rafael Longuine e Erik; Mateusinho e Gabriel Poveda.

Num jogo ruim, de poucas emoções, os poucos Torcedores presentes ao Brinco de Ouro, apesar do público anunciado durante a partida ser de 1,346 presentes, visivelmente muito menos pessoas estiveram nas arquibancadas assistindo aquele que era pra ser um jogo de festa, de classificação, de acesso, mas acabou sendo um melancólico fim de feira com uma equipe que ameaçou subir, chegou a dar mostras que conseguiria, mas inexplicavelmente se perdeu nas 10 rodadas finais e acabou apenas na nona colocação, contra outra equipe que até a rodada anterior sonhava com o acesso, mas conseguiu perder para o CRB em casa e já chegou matematicamente sem chances de acesso a Campinas.

E o jogo também não foi bom. Dois times sonolentos, com o Guarani levemente melhor e chegou pela primeira vez com perigo logo aos 05 minutos num belo chute de Mateusinho que pegou um rebote de fora da área, mas o goleiro Alan fez boa defesa, colocando a bola para escanteio.

Depois disso o Bugre voltou a levar perigo apenas aos 36 minutos numa boa jogada de Erik que acertou um bom chute buscando o ângulo esquerdo de Alan, mas a bola saiu com perigo, pela linha de fundo. O lance acordou o Guarani, aos 37 minutos foi a vez de Pará receber a bola dentro da grande área e a queima roupa bater pro gol buscando o canto esquerdo, mas o goleiro Alan fez uma grande defesa, um verdadeiro milagre, evitando o gol do Guarani.

Aos 42 minutos o gol saiu. Numa jogada bem trabalhada no meio de campo, Willian Oliveira fez um bom passe para Pará que ajeitou a bola para Rafael Longuine, o meia ajeitou com liberdade na entrada da grande área e bateu forte, acertando o canto esquerdo de Alan, sem nenhuma chance de defesa. Um belo gol, o 10º de Rafael Longuine, que terminou a Série B como artilheiro do Guarani na competição, Guarani 1×0 Londrina.

Vencendo o jogo, Marco Antônio voltou com a mesma equipe para a segunda etapa e o jogo não mudou muito, continuou sonolento, mostrando que a exceção foram os minutos finais da primeira etapa. Aos 09 minutos quem quase marcou foi o Londrina numa bela cobrança de falta de João Paulo que bateu forte na bola e Passarelli fez grande defesa evitando o empate.

Aos 11 um lance inacreditável. Cobrança de escanteio para o Guarani, bate-rebate na grande área e a bola sobrou limpinha para Gabriel Poveda dentro da pequena área, ele estava cara a cara com o goleiro Alan, sem nenhuma marcação, e conseguiu chutar para fora, perdendo um gol feito.

O Bugre fez duas alterações aos 12 minutos, saíram Mateusinho e Rafael Longuine para as entradas de Matheus Oliveira e Guilherme, mas as mudanças não deram nenhum ganho de performance ao time.  Aos 23 veio a terceira mudança, saiu Erik para a entrada de Marcão, no mesmo instante o Londrina quase chegou ao empate num chute de João Paulo outra vez de fora da área e outra vez Passarelli estava atento, fazendo bola defesa, jogando a bola para escanteio.

O Guarani ficou com um jogador a menos, Guilherme que havia entrado na segunda etapa sentiu uma lesão e deixou o campo, como já havia feito as três alterações, Marco Antônio viu a equipe ficar com 10 homens em campo.

Depois disso o Londrina tentou chegar ao empate e teve duas boas chances, na segunda delas , após cobrança de escanteio, Carlos Henrique ficou com a bola dentro da pequena área, ele teve espaço pra bater e empatar, mas conseguiu chutar a bola pra fora do gol, pra sorte do Bugre.

Final de jogo no Brinco, Guarani 1×0 Londrina, uma vitória que pouco valeu, encerrando uma campanha que teve seus bons momentos, mas deixou no Torcedor Bugrino o gosto amargo da decepção com a derrocada do time na reta final da competição. Com este resultado o Guarani que havia perdido uma posição após a vitória do Coritiba na véspera, voltou à nona colocação, chegando aos 54 pontos.

Agora o ano acabou, resta à Torcida e ao Clube se reorganizarem para a disputa da Série A1 do Campeonato Paulista, competição que começa no próximo dia 20 de janeiro em Bragança Paulista contra o Bragantino.

Foi o que restou…

 

Marcos Ortiz

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No último jogo fora de casa na Série B, Bugre volta com empate – Longuine marcou

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O melancólico final de Série B do Campeonato Brasileiro quando o Bugre foi a Pelotas enfrentar o Brasil foi bem isso mesmo, desde o começo um fim de feira. Com técnico interino que durante a semana se disse não empenhado em seguir a carreira, a entrada de Erik no time titular e sem energia elétrica no estádio Bento Freitas.

Pela falta de energia sequer o Hino Nacional protocolar não foi executado, e as equipes apenas se alinharam e se cumprimentaram, já partindo para o minuto de silêncio.

Com Agenor; Kevin, Philipe Maia, Fabrício e Romário; Willian Oliveira, Ricardinho, Denner e Rafael Longuine; Erik e Gabriel Poveda, o Bugre foi comandado pelo auxiliar técnico Marco Antônio.

Dentro de campo

Debaixo de chuva, o jogo começou muito chato, com os dois times mostrando pouco interesse, errando muitos passes e não conseguindo criar nada em campo. Apenas aos 11 minutos saiu o primeiro chute a gol, foi do Guarani, com Erik que recebeu a bola na esquerda e de fora da área bateu pro gol, a bola saiu á direita, sem muito perigo.

A chatice do jogo foi quebrada aos 16 minutos, infelizmente com um gol do Brasil. Itaqui arriscou de fora área pela esquerda, a bola bateu nas costas de um jogador do Brasil e sobrou para Diego Miranda que viu Agenor adiantado e bateu por cobertura acertando o ângulo esquerdo do goleiro Bugrino. Um belo gol do Brasil abrindo o placar, Brasil de Pelotas 1×0 Guarani.

 

Longuine passa bem pela marcação e bate na saía do goleiro pra marcar o gol do Bugre em Pelotas. Imagem: Reprodução – Premiere FC.

Mas o Bugre não ficou muito tempo atrás no placar, apenas três minutos depois, Erik acertou bom passe para Rafael Longuine dentro da grande área, o meia recebeu a bola, passou bem por dois marcadores e bateu colocado, entre as pernas do goleiro Marcelo Pitol. Gol do Bugre, finalmente, depois de 98 dias Longuine voltou a marcar, seu último gol havia acontecido na derrota em casa para o Fortaleza por 3×2 no dia 11 de agosto. Esse foi seu nono gol pelo Guarani, se isolando mais ainda na artilharia do time na Série B, coincidentemente Rafael Longuine havia marcado os dois gols da vitória sobre o mesmo adversário no primeiro turno por 2×1 no Brinco.

Depois do gol Bugrino o jogo melhorou e os dois times passaram a buscar mais o campo de ataque, o Brasil teve duas boas oportunidades, com o gramado molhado o time da casa arriscava chutes de média distância exigindo boas defesas de Agenor. Já o Bugre tentava com tabelas penetrar na zaga adversária, sem sucesso.

Mesmo melhor em campo o Brasil de Pelotas não conseguia mais criar jogadas que levassem perigo ao gol de Agenor, o Guarani, nas poucas oportunidades que teve de puxar o contra ataque optou por cadenciar a jogada e também não chegava ao gol adversário e assim o primeiro tempo se arrastou até o final terminando com o placar de 1×1.

O interino Marco Antônio não mexeu no time no intervalo e o Bugre voltou levando um grande susto antes mesmo do primeiro minuto com o Brasil de Pelotas entrando tocando bola dentro da grande área, pra sorte do Guarani a zaga afastou e a bola bateu no braço de um adversário em cima da linha da grande área e o árbitro marcou falta. O troco foi rápido, aos 02 minutos Denner bateu uma falta de longa distância, pegou bem na bola, mas ela saiu com perigo à esquerda do gol, levando perigo com o goleiro Marcelo Pitol batido.

O desenho do jogo não mudou, o Brasil era melhor, tinha toda a iniciativa do jogo e o Guarani saía muito pouco. Aos 13 minutos o Brasil levou muito perigo, cobrança de falta pela direita, bola levantada pra grande área e depois de um bate rebate ela sobrou limpa pra Leandro Maia que sem marcação, quase na linha da pequena área bateu mal, jogando a bola pela linha de fundo, com o gol aberto.

O gol do Brasil parecia questão de tempo, aos 16 minutos Michel recebeu a bola na entrada da grande área, foi avançando sobre a marcação do Guarani, levou a melhor e bateu pro gol, a bola, para sore do Bugre desviou na zaga e saiu para escanteio, com muito perigo. O jogo era de ataque contra defesa, o Brasil atacava, o Guarani se defendia como podia.

Sem esboçar nenhuma reação o Bugre fez sua primeira alteração aos 21 minutos, saiu Denner para a entrada de Felipe Rodrigues, pouco depois, aos 23 minutos depois de boa jogada de Felipe Rodrigues pela direita, a bola chegou até Willian Oliveira na esquerda, da entrada da grande área ele bateu firme, mas o goleiro Marcelo Pitol voou para  a bola e espalmou pela linha de fundo, numa grande defesa.

Na jogada seguinte a defesa do Guarani fez uma grande lambança e não conseguiu afastar a bola que espirrada sobrou para o atacante Michel na linha da pequena área, o gol estava aberto, ele não tinha nenhum marcador próximo e bateu completamente torto, perdendo um gol feito.

Marco Antônio fez sua segunda alteração aos 27 minutos tirando Gabriel Poveda, mal na partida, pra entrada de Marcão (agora vai!).

As duas alterações não surtiram efeito e o Guarani não conseguiu mudar sua postura em campo, pelo contrário, o time piorou. Tímido, recuado e acuado pelo Brasil, o Bugre via o adversário criar boas oportunidades seguidas e em momento nenhum conseguia ameaçar o gol xavante. Aos 38 veio a terceira mudança, saiu Erik para a entrada de Mateuzinho, atacante das categorias de base, e assim como Marcão ele mal tocou na boal até o final da partida.

Final de jogo em Pelotas, mais uma atuação muito ruim do Guarani que só não perdeu o jogo graças à incompetência do ataque adversário. O Bugre não se esforçou muito, jogou pouco, conseguiu fazer um gol e viu o Brasil jogar durante quase todo o tempo restante em que esteve em campo.

Com este resultado o Bugre manteve a nona colocação agora com 51 pontos e volta a campo no próximo sábado para enfrentar o Londrina num jogo onde nenhuma das equipes briga por mais nada na competição, encerrando a Série B do Campeonato Brasileiro.

 

Marcos Ortiz

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Nem o placar eletrônico funcionou, na noite em que o Guarani não quis jogar – Guarani 0x2 Paysandu

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Senhoras e senhores o que aconteceu nesta noite no Brinco de Ouro da Princesa foi algo poucas vezes visto, logo na entrada do estádio uma única entrada para todos os Torcedores, claro que seriam poucos, porque a campanha de fim de feira fez serem poucos, mas a melancolia foi tamanha, que assustou.

Esta é a imagem original com o placar desligado para Guarani x Paysandu – Foto: Marcos Ortiz – Planeta Guarani.

Arquibancadas vazias, sem vibração, sem emoção, ao entrar no estádio me deparei com um placar eletrônico desligado, o que pra mim talvez tenha marcado mais que o próprio jogo e seu resultado. Antes mesmo de a bola rolar, na minha cabeça já estava tudo desenhado, e foi o que aconteceu, um futebol horroroso, um time desinteressado, absurdamente demonstrando a cada toque na bola que não queria nada, não tinha mais nada a fazer no campeonato, resumindo, o time teve a Torcida que mereceu nesta partida que terminou com o placar que o time também mereceu: Guarani 0x2 Paysandu.

Na dupla de zaga, Ferreira e Philipe Maia pareciam dois jogadores que nunca sequer se deram bom dia, e num erro de Philipe Maia e Agenor, o Paysandu só não marcou porque o atacante do Paysandu que recebeu a bola no meio da indecisão e do deixa deixa de um pro outro perdeu o ângulo e acertou a trave antes de a bola sair pela linha de fundo, isso logo aos 07 minutos de jogo.

A vergonha não demorou muito pra começar, aos 18 minutos, num lance até parecido, Romário e Philipe Maia correram, correram, correram e não conseguiram sequer chegar perto do atacante Magno, o mesmo jogador que lá atrás havia perdido um gol com o gol aberto e dessa vez ele não errou, tirou a bola de Agenor e bateu pro fundo do gol, Guarani 0x1 Paysandu.

E o Bugre? Ah, o Bugre chutou uma bola pro gol em toda a primeira etapa, foi aos 21 minutos, quando Matheus Oliveira chutou da direita, de fora da área e a bola saiu à direita do goleiro, até levando algum perigo. Sim, foi só isso…

Na volta do intervalo Umberto Louzer trocou seis por meia dúzia, saíram Rafael Longuine, o sumido e Matheus Oliveira, o iludido (alguém disse a esse menino que ele é craque e ele acreditou), para as entradas de Rondinelly, o dorminhoco, e Guilherme, sim, Guilherme, ele ainda estava no Brinco… Sabem o que aconteceu? NADA!

Pra piorar a coisa, logo aos 04 minutos o Paysandu ampliou. Cobrança de falta pela direita, como sempre, a zaga do Guarani não cortou e a bola chegou até Perema no segundo pau, ele estava sozinho, totalmente livre de marcação e só teve o trabalho de tocar a bola pro fundo do gol. Guarani 0x2 Paysandu.

E o Guarani? Ah, o Guarani continuou do mesmo jeito, tocando a bola, sempre pra trás, desinteressado, nitidamente mostrando que não queria mais nada com o campeonato e que os poucos Torcedores presentes, 1158 ao todo, não mereciam respeito algum, foram porque quiseram, porque o time deixou claro que não queria nada com nada.

Aina deu tempo de ver Erik entrar em campo aos 11 minutos no lugar de Denner, e se Erik entrou é sinal que não dava pra esperar nada mesmo. Teimosos somos nós que lá estivemos, o sofá, os amigos, o barzinho com uma boa conversa, enfim, qualquer programa hoje teria sido muito, mas muito melhor que assistir o Guarani entregar o jogo pro Paysandu da forma que entregou.

Culpados? Ah, nesta noite todos são culpados, o time todo que não jogou nada, o treinador que não viu que treinou um time desinteressado a semana inteira, enfim, nesta noite não deu pra salvar ninguém, claro, sempre tem o Ricardinho, mas nesta noite foi muito mais pelo conjunto da obra do que pela atuação nesta partida.

Sinceramente, eu já vi muita coisa ruim acontecer no Brinco , mas poucas à altura do que aconteceu neste sábado (10/11) que vai ficar na história como o dia em que o Guarani entrou em campo pra não jogar, e o que vai acontecer? Nada… todos estarão de volta na segunda feira, se reapresentarão e terminarão o campeonato, afinal faltam só mais dois jogos mesmo.

Faltou dar a escalação desse bando que hoje esteve em campo desrespeitando uma camisa tão importante quanto a do Guarani, foram esses, e precisam ser lembrados: Agenor; Kevin, Philipe Maia, Ferreira e Romário; Willian Oliveira, Ricardinho e Denner (Erik); Matheus Oliveira (Rondinelly) e Rafael Longuine (Guilherme); Gabriel Poveda. Técnico: Umberto Louzer.

Estes foram todos os jogadores que estiveram em campo e não quiseram jogar.

Seria justo que quase todos eles, exceção a Ricardinho, procurassem a diretoria e pedissem suas rescisões contratuais na segunda feira pela manhã, já que o Guarani não vai fazer isso mesmo. O que sobrar termina o campeonato, faltam só mais dois jogos e a gente deve perder os dois mesmo…

E vai ser só isso, esse time não merece divulgação de entrevistas de saída de gramado, coletiva de treinador, edição de vídeo nem nada mais, , na verdade não merecia nem que eu perdesse meu tempo assistindo àquilo, e depois aqui, escrevendo isso.

Hoje eu deixei o Brinco envergonhado.

 

Marcos Ortiz

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