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Bugre perde o dérbi e a dignidade no que deveria ser a despedida de Loss e boa parte do time

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Imagem: Reprodução - SporTV.

Este texto encerraria a matéria, mas o que aconteceu dentro de campo foi tão ridículo que vai abrir a cobertura. Acabou o dérbi e pra mim acabou a era de Osmar Loss e de boa parte do atual elenco no Guarani.

O Bugre entrou em campo pra jogar um dérbi, só se esqueceu que o jogo tinha pouco mais de 90 minutos, jogou 30 e assistiu o restante do jogo, resultado: Foi derrotado por 3×0 e por pouco não perdeu por um placar ainda mais vergonhoso.

Com um treinador incapaz de mudar o estilo de jogo, um elenco formado por bois cansados e outros desinteressados, caso do atacante Anselmo Ramon por exemplo, figura nula não só neste, mas em todos os jogos que disputou nesta temporada, o Paulistão acabou e agora resta se preparar pra disputa da Série B do Campeonato Brasileiro no segundo semestre.

Se tinha quatro objetivos neste começo de ano, o primeiro não cair no Paulista, o segundo avançar ao menso à segunda fase da Copa do Brasil, o terceiro vencer o dérbi e o quarto se classificar para a segunda fase do Paulistão, Loss, seu elenco e os responsáveis pelo departamento de futebol Bugrino entregaram muito pouco, forçando a Torcida Bugrina mais uma vez a se conformar apenas com a manutenção na competição da próxima temporada.

Foi o fim de uma era marcada por jogadores e um treinador que ao invés de se preocuparem em melhorar seu rendimento dentro de campo preferiram partir pros microfones e reclamar da Torcida que vaiava jogos e atuações ruins, medíocres, medonhas. Realmente não poderia dar certo.

Agora confira como foi o jogo

Pronto, tinha chegado a hora do jogo mais esperado do Paulistão, o Dérbi. Pro Bugre um jogo importante pro Campeonato Paulista e pra rivalidade, já do outro lado apenas um amistoso pois o time mandante entrou em campo matematicamente eliminado da competição.

E pra não seguir o mesmo caminho o Guarani dependia apenas de uma vitória, nenhum outro resultado deixava a equipe com chances de classificação para a segunda fase da competição.

Giovanni; Léo Príncipe, Ferreira, Diego Giaretta e William Matheus; Deivid, Ricardinho, Felipe Amorim e Thiago Ribeiro; Diego Cardoso e Anselmo Ramon. Imagem: Reprodução SporTV.

Diante de um gramado muito pesado e castigado pelas chuvas e sem contar com sua Torcida nas arquibancadas, o técnico Osmar Loss levou a campo o time que nós antecipamos ainda na última terça feira, sem nenhum improviso: Giovanni; Léo príncipe, Ferreira, Diego Giaretta e William Matheus; Deivid, Ricardinho, Felipe Amorim e Thiago Ribeiro; Diego Cardoso e Anselmo Ramon.

E assim foi a história do Dérbi 193 válido pela primeira fase do Campeonato Paulista de 2019:

Gramado muito molhado com poças d’água principalmente pelo lado esquerdo de ataque do Guarani e um jogo que começou com o ritmo diminuído, com os dois times tentando se adaptar ao campo e buscando espaços pra jogar.

Na primeira confusão do jogo Ricardinho é derrubado na marcação de uma bola parada. Imagem: Reprodução SporTV.

Enquanto o adversário tentava o toque de bola, o Bugre, ao menos no início, optava por lançamentos longos, todos cortados pela defesa, mas desde o início ficou claro que o jogo do outro time seria levantar bola pra grande área Bugrina. Pouco depois, aos 09 minutos mais confusão e por reclamação Ricardinho recebeu carão amarelo junto com o camisa 5 adversário.

A essa altura o Guarani era melhor em campo e conseguia manter a bola no seu campo de ataque, ai surgiu a primeira chance de gol e Diego Cardoso perdeu um gol feito aos 12 minutos de jogo.

Diego Cardoso cabeceia com o gol aberto e joga à esquerda, raspando a trave. Imagem: Reprodução SporTV.

Escanteio cobrando por Thiago Ribeiro pela esquerda a bola atravessou toda a grande área e Diego Cardoso apareceu livre de marcação dentro da pequena área no segundo pau, ele subiu e cabeceou mas a bola saiu raspando a trave esquerda já sem goleiro. É mais um daqueles gols que não podem ser perdidos em qualquer jogo, principalmente num dérbi.

Melhor em campo o Bugre por pouco não abriu o placar novamente aos 19 minutos. Thiago Rieiro recebeu a bola pela esquerda, avançou e de fora da área bateu forte pro gol buscando o ângulo direito do goleiro, a bola saiu lambendo a trave e acabou na rede pelo lado de fora. Belo chute de Thiago Ribeiro, quase o Guarani de novo.

Jogo tenso claro, e aos 20 minutos Ferreira matou um contra ataque que poderia ser perigoso, mas fez uma falta perigosa na entrada da grande área, frontal, e por isso recebeu cartão amarelo.

Aos 24 minutos de novo Guarani, Anselmo Ramon escorou cruzamento da esquerda de cabeça e jogou a bola no canto baixo direito do goleiro que conseguiu defender jogando a bola pra escanteio. Do meio pra frente era um jogo quase perfeito do Guarani, se impondo diante do adversário e muito mais perto do primeiro gol.

No primeiro chute a gol do adversário, aos 28 minutos o camisa 10 arriscou de fora da área com o gramado molhado e Giovanni, atento, no meio do gol, fez firme defesa. Pouco depois outra vez de fora da área, desta vez pela esquerda o camisa 11 bateu pro gol e Giovanni outra vez atento, fez boa defesa.

E aos 32 minutos a defesa Bugrina falhou, o camisa 9 avançou como quis pela esquerda, passou pela marcação, invadiu a grande área e rolou a bola para o camisa 8, sem marcação, dentro da grande área ele bateu pro gol e pra sorte do Bugre Ferreira apareceu no carrinho e conseguiu desviar o chute pela linha de fundo. Não pode vacilar.

O jogo já era mais equilibrado, o domínio Bugrino já não existia mais, pelo contrário, era o adversário quem ocupava o campo de ataque e o Guarani tentava se organizar pra explorar os contra ataques, mas passou a errar alguns passes e cometer faltas perigosas na lateral da grande área. Numa delas, aos 40 minutos o árbitro interferiu diretamente no jogo e prejudicou demais o Guarani.

Na imagem o camisa 5 adversário já de joelhos dobrados antes mesmo de chegar perto do zagueiro Ferreira que nem tocou no adversário. O Sr. Raphael Claus prejudicou o Guarani no Dérbi. Imagem: Reprodução SporTV.

Bola levantada pra grande área, a defesa afastou, no rebote o chute de fora da área bateu no braço de Ricardinho, mas o árbitro nada marcou e na sequência da jogada num bate rebate, a bola sobrou pro camisa  5 do adversário, Deivid e Ferreira chegaram na marcação e o árbitro marcou pênalti (inexistente) dizendo que Ferreira que nem encostou no adversário, havia cometido falta. Opinião: Se o árbitro marcasse pênalti no toque no braço de Ricardinho, nada a contestar, mas Raphael Claus visivelmente se arrependeu de ter deixado a jogada seguir e errou ao marcar um pênalti num contato normal dentro da grande área.

Muita reclamação dos Bugrinos e aos 41 minutos o camisa 9 cobrou no canto esquerdo, Giovanni acertou o canto e quase fez a defesa, mas a bola entrou. Erro da arbitragem, erro da defesa Bugrina e gol, o Bugre saia perdendo o dérbi por 1×0.

Aos 43 minutos o camisa 6 adversário recebeu passe no bico esquerdo da grande área, dominou, se livrou da marcação e bateu forte tentando o ângulo direito de Giovanni que voou para a bola e fez grande defesa, jogando pra escanteio, na cobrança do escanteio a bola sobrou pro camisa 7 na grande área pela direita e ele bateu cruzado, a bola saiu com perigo, pela linha de fundo.

O Bugre sentiu demais o gol e não conseguiu reagir antes do final da primeira etapa, ainda deu tempo de Deivid cometer falta na intermediária e receber cartão amarelo, terceiro do Bugre contra também três do adversário na primeira metade do jogo.. O time Bugrino não soube aproveitar as oportunidades que teve quando era melhor em campo, perdeu um gol feito, teve outras duas oportunidades claras e a bola não entrou, depois sofreu um gol num pênalti no mínimo polêmico e foi pros vestiários precisando se reequilibrar pra tentar virar o placar na etapa final.

Osmar Loss voltou pra segunda etapa com a mesma equipe, certamente apostando que jogando pelo lado mais seco do campo o time conseguiria chegar à igualdade e depois partir pra virada no placar, lembrando que para o Guarani derrota ou empate eliminava o time da próxima fase do Paulistão.

A poça d’água matou a marcação Bugrina no lance do segundo gol, o que não tira a falha de marcação da defesa pelo lado direito. Imagem: Reprodução SporTV.

Mas não deu certo, a poça d’água que tantas vezes atrapalhou o Bugre no primeiro tempo ajudou o adversário logo no recomeço do jogo. Aos 03 minutos troca de passes que começou pela direita e terminou invertida pra esquerda, o camisa 6 dominou e quando chutou foi atrapalhado pela poça, mas com isso ele limpou a jogada e conseguiu acertar um segundo chute que entrou rasteiro no canto esquerdo de Giovanni. Complicada a situação, o Bugre agora perdia o dérbi por 2×0 e precisaria de muita força pra tentar uma reação. Se o primeiro tempo terminou ruim, o segundo começou ainda pior.

O Guarani estava perdido em campo, completamente atordoado e dominado quase viu o adversário ampliar o placar aos 06 minutos num cruzamento pra grande área que o camisa 5 escorou, mas Giovanni estava no lance e, mesmo tendo soltado a bola, conseguiu fazer a defesa em dois lances.

O Bugre não conseguia jogar e se expunha demais, tentava sair com velocidade, errava passes, perdia a bola e deixava todos os espaços do mundo pro adversário descer em rápidos contra a taques. Se o técnico Osmar Loss trabalhou alternativas pro decorrer da partida, aos 10 minutos de jogo já era visível que o time precisava de algo diferente, pois havia se tornado presa fácil dentro de campo.

A primeira mudança aconteceu aos 17 minutos, saiu Diego Cardoso, mais uma vez opaco, escondido em campo,  para a entrada de Fernando Viana. A diferença pros últimos jogos de Diego Cardoso é que dessa vez ele teve a oportunidade de marcar e jogou pra fora quando o jogo estava 0x0 e o gol estava aberto na cabeçada.

Chute cruzado, falha da defesa e o braço do goleiro Giovanni ficou curto. Bugre toma o terceiro gol no xiqueiro. Imagem: Reprodução SporTV.

A essa altura do jogo pouca coisa mudava pro Guarani, o time já estava perdendo o dérbi e sendo eliminado na primeira fase do Paulistão, restava ao time tentar ao menso chegar ao empate pra aliviar a pressão da Torcida após o jogo, mas o time não mostrava forças, pelo contrário, errava demais no campo ofensivo e estava prestes a passar vergonha, o que se confirmaria aos 33 minutos quando o camisa 8 recebeu um passe numa invertida de bola, passou como quis pela marcação e bateu cruzado no canto esquerdo de Giovanni que não conseguiu a defesa. O Guarani passava vergonha no dérbi 193 e perdia por 3×0 aos 25 minutos do segundo tempo, e se nada diferente acontecesse, perderia de mais.

Virou jogo de profissional contra time amador no xiqueiro, infelizmente o amador era o Guarani e aos 28 minutos Fernando Viana num lance ridículo se jogou na grande área tentando cavar um pênalti inexistente. Os 25 minutos finais do jogo foram uma síntese do que foi o Guarani nas 10 rodadas anteriores, um NADA.

Aos 31 minutos num lance muito parecido com o do terceiro gol, com os mesmos atores inclusive, o camisa 8 adversário recebeu a bola dentro da grande área e novamente bateu cruzado, desta vez o braço de Giovanni não foi curto e ele acabou fazendo a defesa, o que se espera de um goleiro.

Aos 33 minutos veio a segunda alteração, saiu Thiago Ribeiro pra entrada de Mateusinho e nada mudou, o Bugre seguiu se humilhando em campo, até que aos 41 minutos veio a terceira alteração e pra nós termina aqui a tentativa de traduzir em palavras o que foi o jogo com uma simples explicação: Perdendo o jogo de 3×0 Osmar Loss levou a campo Carlinhos, o jogador que pior vestiu a camisa Bugrina neste Paulistão, o mais questionado e mais criticado pela Torcida, no lugar de Anselmo Ramon que também já pode passar direto do RH e acertar os detalhes da sua rescisão contratual.

Na última rodada o Guarani apenas cumpre tabela contra o Red Bul na quarta feira ás 21:30, no Brinco de Ouro da Princesa. Depois disso nossa expectativa é pra que o time Sub-20 entre em campo e seja eliminado rápido do que se conhece como torneio do interior.

O Bugre não merece ter seu nome envolvido num torneio de consolação.

 

Marcos Ortiz

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Técnico inventa, defesa e ataque são incompetentes e Bugre perde mais uma fora de casa

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Depois do empate com o Paraná no último sábado o Bugre voltou a campo nesta terça feira para a segunda partida desta mini excursão pela região Sul do país buscando sua primeira vitória como visitante na Série B do Brasileiro.

O técnico Vinícius Eutrópio poderia ter repetido a escalação das duas partidas anteriores, mas não resistiu à tentação de improvisar e o fez na lateral sacando Inácio, jogador da posição para a entrada de Diego Giaretta, zagueiro, improvisado no setor. Mas não parou por ai, Eutrópio também resolveu sacar Lenon e escalou Léo Príncipe, além do jovem Mateusinho para a entrada de Deivid Souza e o time começou a partida com Giovanni; Léo Príncipe, Ferreira, Xandão e Diego Giaretta; Deivid, Ricardinho, Arthur Rezende e Éder Luís; Deivid Souza e Diego Cardoso.

O desafio era enfrentar uma das piores equipes deste início de Série B dentro dos seus domínios, se vencesse, o Bugre chegaria à mesma pontuação do quarto colocado até o complemento da quinta rodada, se perdesse, o Criciúma alcançaria a pontuação do Guarani, e assim foi a partida:

Dentro de campo

E nos primeiros minutos o time não conseguiu mostrar absolutamente nada, o Criciúma mandava no jogo diante de um Guarani que mal conseguia passar do meio de campo, parecia jogo de um time só e infelizmente não era o Guarani, mas o futebol é um esporte que não respeita a lógica e o primeiro chute a gol foi do Guarani na primeira vez que conseguiu chegar ao ataque. Aos 08 minutos Arthur Rezende pegou um rebote na entrada da grande área pela esquerda e bateu pro gol, no canto direito de Paulo Gianezini que caiu e fez boa defesa, sem rebotes.

Léo Gamalho tem liberdade e chuta de fora da área no ângulo de Giovanni – Imagem: Reprodução – SporTV.

Mostrando os mesmos problemas das rodadas anteriores, o Guarani sofreu o primeiro gol logo em seguida, aos 11 minutos Leo Gamalho recebeu a bola na intermediária, conseguiu avançar sem nenhuma marcação, soltou uma bomba de fora da área e a bola entrou no canto esquerdo de Giovanni, detalhe, no lance o volante Deivid parecia estar um quilômetro atrás do atacante e sequer conseguiu esticar a perna pra tentar evitar o arremate. Com um Guarani medroso em campo e um Criciúma que entrou pra tentar vencer jogando em casa, abriu o placar quem começou jogando futebol, Criciúma 1×0 Guarani.

Perdendo o jogo, finalmente o Guarani lembrou que tinha que atacar e até conseguiu equilibrar o jogo, nada que pudesse justificar uma reação no placar, apenas um time que lembrou que haviam dois campos, o defensivo e o ofensivo, mas com um Léo Príncipe em péssima fase pela direita e um zagueiro improvisado na lateral esquerda, o time não tinha nenhum jogador de escape, restava atacar com Deivid Souza e Éder Luís, pouco pra produzir alguma preocupação ao time da casa que continuava criando as melhores chances da partida.

Marcos Vinícius recebe cruzamento com o gol aberto e toca pra fora perdendo gol feito. Imagem: Reprodução – SporTV.

Aos 27 minutos o Criciúma perdeu um gol inacreditável, contra ataque rápido pela direita, Diego Giaretta chegou atrasado pra marcação e Vinícius conseguiu cruzar, a bola ainda bateu no lateral improvisado e passou pela zaga do Guarani até que Marcos Vinícius chegou no segundo pau, com o gol aberto pra tocar, mas pra sorte do Bugre ele se atrapalhou todo e tocou a bola pra fora, longe do gol de Giovanni.

O problema da marcação do Guarani era crônico, aos 29 minutos a jogada praticamente de repetiu, desta vez do lado esquerdo, direito da defesa Bugrina. Marlon recebeu a bola e cruzou pra grande área, a bola atravessou toda a área e sobrou pra Marcos Vinícius dentro da grande área pela esquerda ele bateu cruzado e outra vez pra sorte do Bugre ninguém do Criciúma apareceu pra desviar e marcar o segundo gol. As mudanças de Vinícius Eutrópio conseguiram fazer o que parecia ser impossível pioraram muito o sistema defensivo Bugrino que já não era essas coisas.

Se com a bola rolando a coisa não acontecia, restavam as bolas paradas e aos 43 minutos Arthur Rezende cobrou uma falta pela esquerda e cruzou a bola pra grande área, a defesa do Criciúma tentou cortar,mas acabou deixando a bola com Éder Luís, dentro da grande área ele tentou um voleio, errou a bola que ainda desviou na zaga e saiu para escanteio.

Aos 46 minutos Arthur Rezende cometeu uma falta desnecessária na lateral pelo lado esquerdo e recebeu cartão amarelo. Um time absolutamente divorciado nos seus três setores, foi isso o Guarani na primeira etapa, defesa perdida, meio de campo que não encostava pra ajudar na marcação e um ataque improdutivo, incapaz de fazer cócegas ao Criciúma. Pelo que produziu, ou melhor, não produziu, o placar de 1×0 ficou pequeno.

Restava torcer para que Vinícius Eutrópio consertasse um pouco da salada que levou a campo na volta do intervalo, mas ele voltou com o mesmo time, sem nenhuma mudança.

A sorte do Guarani poderia mudar logo aos 30 segundos de jogo quando Derlan cometeu uma falta violenta em Deivid e recebeu o segundo cartão amarelo, depois o vermelho, deixando o time da casa com um homem a menos.

Diego Cardoso arrisca de fora da área e a bola saiu raspando a trave. Imagem: Reprodução – SporTV.

Aos 04 minutos o Bugre chegou pela primeira vez com chance de marcar, Diego Cardoso recebeu a bola de Deivid Souza pela esquerda na entrada da grande área e bateu rasteiro buscando o canto direito do goleiro, a bola saiu raspando a trave, pela linha de fundo. Com um jogador a mais era hora de sair pro ataque e tentar reverter o placar, mas o técnico Vinícius Eutrópio tirou a noite pra contrariar a lógica, aos 09 minutos ele fez duas alterações, tirou o volante Deivid pra entrada de Mateusinho, mas lá na frente inexplicavelmente ele sacou um dos atacantes, Deivid Souza, e colocou o meia Rondinelly no seu lugar.

Com Rondinelly em campo o Guarani, nos primeiros minutos, era um incontável número de cruzamentos mal feitos pra grande área sempre pelo camisa 16 do Bugre e ofensivamente o time nada produzia. Realmente uma noite lastimável nas escolhas de Eutrópio que incorporou o espírito do Professor Pardal no banco de reservas do Guarani.

Se mesmo com um jogador a mais o Guarani não era capaz de levar perigo, na bola parada o Criciúma quase chegou ao segundo. Aos 19 minutos escanteio cobrado pela direita, a zaga do Guarani, como em todas as quatro partidas até agora, mais uma vez marcou a bola e deixou Léo Santos subir pra cabecear à queima roupa, na linha da pequena área e Giovanni voou pra bola fazendo uma grande defesa e espalmando a bola por cima do travessão.

Goleiro defende chute forte de Arthur Rezende. Imagem: Reprodução – SporTV.

Aos 20 minutos Rondinelly levou uma joelhada nas costas fora do lance da bola e não conseguiu continuar em campo, aos 22 Felipe Amorim entrou em seu lugar, a terceira e última mudança do Bugre em Criciúma. Aos 24 minutos Ricardinho recebeu a bola no mesmo lugar que Léo Gamalho no lance do gol do Criciúma, dominou também com liberdade e chutou forte, rasteiro, buscando o canto esquerdo do goleiro, mas a bola saiu raspando a trave, pela linha de fundo. No lance seguinte o Bugre teve duas chances no mesmo lance, primeiro num chute de fora da área que reboteado sobrou para Arthur Rezende na entrada da grande área, ele bateu forte, o goleiro  conseguiu fazer a defesa, mas deu rebote e a bola sobraria para Felipe Amorim de frente pro gol, mas o auxiliar, equivocadamente, marcou impedimento.

Aos 37 minutos o Bugre perdeu uma grande oportunidade, Éder Luís recebeu lançamento dentro da grande área pela direita e saiu cara a cara com o goleiro em velocidade, era bater pro gol e correr pro abraço, mas ele isolou e chutou por cima do gol.

Aos 39 minutos outro gol feito perdido. Felipe Amorim entrou como quis na grande área do Criciúma, passou por dois marcadores e rolou perfeita para Éder Luís, ele chegou batendo de primeira, chutou forte, o goleiro fez grande defesa, mas deu rebote nos pés de Mateusinho pela direita ele tentou colocar a bola cruzada no outro canto, mas pegou mal e jogou pra fora do gol. Inaceitável perder um gol desses.

A vantagem numérica do Bugre foi pro espaço aos 41 minutos quando o árbitro marcou uma falta de Mateusinho e pra compensar a expulsão no reinício do jogo, aplicou o segundo cartão amarelo ao Bugrino. Pronto, as duas equipes estavam com 10 jogadores em campo.

O Guarani ainda tentou chegar ao menos ao empate nos minutos finais, mas pagou o preço das invenções do seu treinador e foi incompetente nas finalizações perdendo chances claras de gol e deixou o campo com mais uma derrota, a segunda como visitante nos três jogos que o time disputou fora de casa.

Todo o avanço tático, técnico e esboço de evolução que a equipe começava a demonstrar neste início de competição caiu por terra muito por conta das invenções feitas por Vinícius Eutrópio na escalação e nas mudanças feitas durante a partida e dentro de campo o time foi incompetente na defesa e no ataque, mostrando os mesmos erros cometidos em todos os outros jogos disputados .

Assim não dá! Final de jogo e o Guarani já reabilita o primeiro adversário na Série B, Criciúma 1×0 Guarani.

Agora a equipe volta a campo daqui uma semana contra outro adversário que vem na parte de baixo da tabela, o Brasil de Pelotas que neste momento é o lanterna da Série B. Dizem que técnico não ganha jogo, mas uma coisa é fato, ajuda a perder.

 

Marcos Ortiz

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Guarani se segura e arranca empate fora de casa

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Imagem: Reprodução - SporTV

Depois de 8 jogos sem vencer até a rodada anterior quando o Guarani em casa bateu o Vitória de virada por 3×2 em um jogo com erros de ambos os lados, serviu para dar ânimo a torcida, mas não a desconfiança uma vez que o Bugre apesar do ataque se mostrar ofensivo a zaga desde a série B 2018 não conseguiu um ajuste perfeito. Na partida deste sábado 18/5 na Vila Capanema (Estádio Durival de Britto) contra o Paraná Clube, concorrente direto a ascendência na tabela de olho no G4 o Guarani arrancou um empate como méritos ao goleiro Giovanni que apesar de ser criticado pela torcida, desta vez mostrou eficácia.
O técnico Vinicius Eutrópio no esquema 4-3-3, não fez mistério no treino e muito menos no jogo, entrando como o mesmo time da rodada anterior.
O Alviverde de Campinas começa o jogo com pouca posse de bola e aos três minutos o Paraná quase finaliza. Aos 9 minutos começa chuva que ajuda na reação do Guarani e aos 11 minutos num toque de letra de Arthur do lado direito deixa Mateusinho livre que quase abre o marcador com a zaga adversária tirando em cima da linha. Aos 20min Ricardinho puxa o contra-ataque e toca para Arthur. que bate da entrada da área, desviando a bola para escanteio escanteio. A chuva se intensifica enxarca o uniforme dos atletas, o ritmo do jogo diminui e somente aos 29min Matheusinho arrisca de longe obrigando o goleiro paranista salva mas o ataque bugrino não aproveita a sobra. Aos 43 Deivid leva amarelo por falta sobre Alesson no meio-campo. E assim encerrou o primeiro tempo sem muitas emoções nem boas e nem ruins
Segundo Tempo
O Bugre volta com a mesma formação enquanto o Paraná substitui um meia pelo outro saindo Alesson e entrando João Pedro dando melhor condição ofensiva ao tricolor paranaense havendo pelo menos 8 lances importantes para o adversário sendo que 2 estava impedido e aos 15 minutos o goleiro bugrino faz um ótima defesa e outra aos 18min.
Mateusinho cansado é substituído aos 19 minutos por Deivid Souza sem efeito prático e aos 32 minutos Felipe Amorin entra no lugar de Arthur e a pressão paranista continuou e somente aos 48’ o Bugre chega mas sem sucesso. O arbitro Jefferson Ferreira de Moraes deu 6 minutos de acréscimo porém ninguém abriu o marcador.
O Paraná permanece invicto na competição a frente do Bugre com 6 pontos e o Guarani chega aos 5 pontos permanecendo na 10ª posição

Cartões amarelos:
Guarani: Deivid
Paraná Clube: Rodolfo, Luiz Otávio e Rodrigo Carioca

Guarani jogou e empatou com:
Giovanni (1) no gol,
Nas laterais: Lenon (2) na direita e Inácio (6) na esquerda.
Zaga: direita Ferreira (3) e Xandão (4) na esquerda
Volantes: Deivid (5) e Ricardinho (7)
Meias:
Arthur (10) depois Felipe Amorim (17)
No ataque
Mateusinho (8)A depois Deivid Souza (19)
Diego Cardoso (9)
Eder Luis (11)

Técnico Vinicius Eutropio

Renan 23 MEC

Paraná Clube
No gol: Thiago Rodrigues;
Laterais: Éder Sciola (dir) Guilherme Santos (esq)
Zagueiros: Rodolfo e Eduardo Bauermann
Volantes: Itaqui e Luiz Otávio
Meias: Alesson depois João Pedro. Matheus Anjos depois Rodrigo Carioca (atac)
Atacantes: Jenison, Ramon depois Caio Rangel
Técnico: Matheus Costa

Luiz Galvão
Para o Planeta Guarani

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VITÓRIA!!! De virada Guarani bate o Vitória por 3×2 e encerra série de 8 jogos sem vencer

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Jogadores comemoram primeiro gol Bugrino de Diego Cardoso - Foto: Marcos Ortiz - Planeta Guarani.

Depois de oito longos jogos, finalmente veio a vitória! Pressionado pelos primeiros resultados e uma péssima colocação na classificação após as duas primeiras rodadas da Série B o Bugre recebeu o Vitória-BA nesta segunda feira no Brinco de Ouro precisando muito de uma vitória.

Foto: Marcos Ortiz – Planeta Guarani.

Uma boa atuação seria excelente, mas a vitória era essencial, o time teve 12 dias de treinamentos entre a última e esta partida e o técnico Vinícius Eutrópio cumpriu sua promessa, mexeu no time titular. O Bugre entrou em campo com Giovanni; Lenon, Ferreira, Xandão e Inácio; Deivid, Ricardinho, Arthur Rezende, Mteusinho e Eder Luís; Diego Cardoso.

E emoção não faltou, a vitória foi de virada em um jogo marcado primeiro por erros de ambas as defesas na primeira etapa, e depois, em um minuto, o Bugre definiu a vitória, não sem antes sofrer um gol no final e trazer ainda mais emoção para o Torcedor Bugrino.

Dentro de campo

O Bugre começou com tudo em cima do adversário e logo no primeiro minuto teve a primeira boa chance do jogo. Arthur Rezende cobrou falta pela esquerda, da intermediária e jogou bola pra grande área, Ferreira subiu quase na linha da grande área e desviou de cabeça, a bola tinha endereço, o canto direito do goleiro Caíque, mas ele conseguiu fazer uma defesa de muito reflexo, jogando a bola pra escanteio.

Com alguns sustos no sistema defensivo, o Guarani voltou ao ataque aos 12 minutos. Mateusinho cobrou escanteio da esquerda e encontrou Xandão na grande área, o zagueiro subiu bem, mas cabeceou mal e jogou a bola pela linha de fundo desperdiçando boa oportunidade. No minuto seguinte a primeira falha da defesa Bugrina, Inácio vacilou na esquerda e perdeu a bola pra Felipe Garcia que cruzou para a grande área com perigo, sorte odo Bugre que Neto Baiano não alcançou para desviar.

Aos 25 minutos foi Diego Cardoso quem perdeu grande oportunidade, ele recebeu lançamento perfeito na grande área, se livrou da marcação,mas acabou adiantando a bola e Caíque saiu pra fazer a defesa. Era uma chance clara.

E a segunda falha da defesa Bugrina foi fatal, alias, um almanaque de como não deve ser usada a nova regra do futebol que permite que um jogador toque a bola antes que ela saia da grande área numa cobrança de tiro de meta. Começou com Giovanni que foi sair jogando e tocou pra Xandão na esquerda, o zagueiro Bugrino vacilou e perdeu a bola pra Felipe Garcia que avançou e bateu pro gol, Giovanni ainda defendeu com a perna direita, mas no rebote Neto Baiano, com o gol aberto, marcou o gol do Vitória. Um erro que poderia ser fatal e não pode ser repetido, Guarani 0x1 Vitória.

Aos 34 minutos o Guarani chegou ao empate e o lance também foi em um erro da defesa, Lenon avançou pela direita e cruzou pra grande área, a bola explodiu em Everton Sena e subiu, o goleiro Caique, dentro da pequena área, se posicionou pra fazer fácil defesa, mas Diego Cardoso veio pra cima do goleiro, conseguiu antecipar e tocou de cabeça pro fundo do gol. Um gol de oportunismo do artilheiro Bugrino na temporada e não adiantou de nada a reclamação do Vitória, o árbitro confirmou corretamente o gol e o Bugre chegava ao empate. Diego Cardoso marca seu oitavo gol com a camisa Bugrina, primeiro gol do Guarani na Série B, Guarani 1×1 Vitória.

E quando se esperava tranquilidade para que o time buscasse a virada, foi o Vitória quem ameaçou e por pouco não fez o segundo. Andrigo cobrou falta da esquerda, na lateral da grande área e o zagueiro Everton Sena ganhou por cima de toda a defesa Bugrina e, com liberdade, cabeceou, pra sorte do Guarani a cabeçada não saiu perfeita e a bola saiu pela linha de fundo, assustando.

E assim foi a primeira etapa, um Guarani nervoso demais, errando muito e com dois jogadores amarelados, Ferreira e Arthur Rezende. Restava torcer para que o técnico Vinícius Eutrópio que suspenso não comandava a equipe da beira do gramado conseguisse na base da conversa mudar a equipe pra etapa final, e ele conseguiu.

O time voltou sem nenhuma alteração, mas com uma postura diferente, e logo aos 03 minutos Ricardinho apareceu. Ele dominou a bola na intermediária e soltou a bomba de longe, a bola iria para o ângulo esquerdo do goleiro Caíque que voou e conseguiu espalmar pela linha de fundo evitando o segundo do Bugre. O Vitória ainda reagiu e devolveu na mesma moeda, aos 06 minutos Andrigo recebeu a bola na intermediária pela direita e bateu forte pro gol buscando o canto esquerdo de Giovanni, mas o goleiro Bugrino viu bem a jogada, caiu para a bola e conseguiu fazer a defesa sem dar rebote.

Na jogada seguinte o Bugre virou! Inácio recebeu a bola pela esquerda e fez uma grande jogada, deu uma caneta no seu marcador pela esquerda e da lateral da grande área cruzou, a zaga do Vitória tentou cruzar, mas a bola caiu no pé de Mateusinho dentro da grande área e sem marcação ele teve tranquilidade e liberdade pra bater de primeira , a bola ainda tocou na trave esquerda de Caíque e foi morrer na rede do outro lado. Um belo gol do prata da casa Bugrino, seu segundo gol como profissional, segundo do Bugre, vira vira no brinco, Guarani 2×1 Vitória-BA e a Torcida finalmente explodia em festa na arquibancada.

Se a virada já era um grande resultado, o Bugre no minuto seguinte fez o terceiro gol. Aos 09 minutos o lance começou justamente com uma falha do jogador mais vaiado em campo, Victor Ramos, ele mesmo, foi dar um chutão na lateral do campo pela esquerda e acabou chutando a boal em cima de Mateusinho, o lance acabou como um lançamento pra Diego Cardoso que invadiu a grande área e não foi fominha, rolou pra Mateusinho marcar,mas o jovem Bugrino acabou errando a finalização e a bola sobrou espirrada na esquerda com Éder Luís que ajeitou a bola, trouxe pro meio da grande área e só rolou pra Arthur Rezende bater pro gol, ele chutou de primeira, com o pé direito, a bola ainda resvalou na zaga do Vitória enganando o goleiro Caíque e entrou no canto esquerdo, sem nenhuma chance de defesa, com o goleiro batido pelo desvio. Um gol que surgiu depois de falhas, primeiro de Victor Ramos, depois de Mateusinho, mas acabou na bela jogada de Éder Luís e no chute rápido de Arthur Rezende ajudado pelo desvio da defesa e o Torcedor Bugrino respirava enfim aliviado, primeiro gol de Arthur Rezende com a camisa Bugrina, Guarani 3×1 Vitória-BA.

Com o placar favorável o Guarani passou a controlar mais o jogo, mas não conseguia voltar ao ataque com perigo, já o Vitória era puro nervosismo em campo e em muitas jogadas abusava da violência. Aos 23 minutos O Guarani fez ua primeira mudança, saiu Mateusinho, bastante aplaudido pela Torcida, pra entrada de Deivid Souza que reestreava com a camisa Bugrina, mas ele nem chegou a encostar na bola e já recebeu cartão amarelo aos 25 minutos por retardar uma reposição de bola do adversário.

Sem o mesmo ritmo, o Bugre tinha o domínio do jogo, mantinha a posse de bola e controlava bem o Vitória, apesar de alguns erros do goleiro Giovanni e da zaga Bugrina em saídas de bola no setor defensivo. Aos 32 minutos veio a segunda alteração, saiu Éder Luís pra entrada de Felipe Amorim.

Chance de gol mesmo só aos 37 minutos e em bola parada. Inácio soltou a bomba numa cobrança de falta da intermediária, a bola ainda desviou na defesa, mas desta vez o goleiro Caíque conseguiu chegar na bola e de soco jogou a bola por cima do gol. Seria um golaço do lateral Bugrino que acabou numa linda defesa.

Aos 41 minutos o Bugre mexeu pela terceira vez, saiu Diego Cardoso pra entrada de Renan, outro prata da casa, mas as mudanças não trouxeram novo ânimo ao time e no finalzinho ainda veio um susto quando o Vitória diminuiu o placar aos 44 minutos.

Nickson pegou um rebote na entrada da grande área Bugrina pela direita e cruzou para a grande área, num lance muito parecido com o segundo gol do Oeste na partida anterior, Xandão subiu totalmente fora do tempo de bola no primeiro pau e Ferreira que fazia a cobertura acabou sendo antecipado pelo zagueiro Everton Sena que cabeceou pro chão, ao alcance de Giovanni que caiu um pouco atrasado e a bola passou por baixo do seu braço direito, entrando no cantinho. Falha geral de marcação e posicionamento do sistema defensivo e o Guarani sofria o segundo gol na partida, Guarani 3×2 Vitória-BA.

Sorte que a partida já estava no final, o árbitro acrescentou tr~es minutos ao tempo de jogo e o Guarani conseguiu segurar sua primeira vitória na Série B, de virada, Bugre 3×2 Vitória-BA. Com este resultado o time subiu da 17ª para a 10ª posição ao final da terceira rodada e passou o bastão do Z4 pro outro time da cidade de Campinas que ainda sem vencer, com apenas dois pontos ganhos, entrou no grupo das quatro piores equipes na 17ª colocação.

Uma boa vitória conquistada na base da pressão nos minutos iniciais da segunda etapa, ajudada por um erro da defesa adversária. A parada fez bem ao Guarani do meio campo pra frente, mas a defesa precisa urgentemente de correção, se não tivesse sofrido o segundo gol o time teria terminado esta rodada na oitava colocação.

Festa nas arquibancadas, afinal, já fazia um tempo que a vitória não vinha e a série de 8 resultados ruins seguidos finalmente foi interrompida. Agora a missão é ajustar o sistema defensivo e dar ainda mais qualidade ao sistema de criação e ao ataque Bugrino para o desafio de dois jogos seguidos fora de casa. O Bugre sai pra enfrentar o Paraná na próxima rodada, no sábado à tarde e depois vai a Criciúma na quinta rodada, logo na próxima terça feira, enfrentar o Criciúma.

Claro, há muito a melhorar, mas uma vitória melhora muito o ambiente e pode trazer a tranquilidade que o time precisa pra buscar o resultado fora de casa. A delegação viaja já na quinta feira para Curitiba e não volta pra Campinas, de lá segue direto pra Criciúma para a partida seguinte.

Valeu Guarani!!!

Marcos Ortiz

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