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Entrevistas

Advogado fala sobre andamento das propostas de Gestão Compartilhada do Futebol

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Advogado Marcelo Dias é integrante da Junta Jurídica do Guarani – Foto: Reprodução – Internet.

Se você Torcedor tinha algumas ponderações a fazer sobre a montagem do elenco que disputará a Série A1 do campeonato Paulista e a Copa do Brasil, da situação financeira envolvendo o Guarani, principalmente no tocante à possibilidade de assinatura de um contrato de Gestão Compartilhada do Departamento de Futebol, a entrevista que traremos abaixo vai nortear o seu pensamento.

No início da noute desta sexta feira (30/11) o advogado Marcelo Depícoli Dias (foto), integrante da junta jurídica formada pelo Guarani Futebol Clube para acompanhar as propostas e o processo de análise das ofertas de Gestão Compartilhada feitas pelo Grupo Magnum/ASA e Elenko Sports/Traffic esclareceu o andamento da situação de forma cristalina, sem direito a nenhuma dúvida, bastando para tanto ouvir a longa, mas importante entrevista  concedida à Radio Bandeirantes Campinas, abaixo.

 

Nela você saberá que as propostas que foram apresentadas, na verdade, foram analisadas pela junta e ela (junta jurídica) tratou de formatar uma minuta contratual contendo os tópicos e termos de ajustamento jurídico do que foi apresentado. O trabalho de formulação das minutas terminou e ambas foram encaminhadas às duas empresas que agora deverão analisar o que consta das minutas e, só após esta análise, responderem ao Guarani se as propostas estão fielmente representadas, ou apresentarem as alterações que acharem necessárias, para só então poderem ser apresentadas primeiramente ao Conselho Deliberativo e depois à uma Assembleia de Sócios para que decidam sobre qual delas deve ser aprovada, ou se nenhuma delas será aprovada.

Resumindo, após acompanhar a entrevista a conclusão que cheguei é que nada será apresentado nos próximos dias sequer ao Conselho, quanto mais à Assembleia de Sócios. Acreditei desde o início que o processo seria inverso, ou seja, as minutas seriam encaminhadas pelas empresas ao Guarani e o clube tentaria uma renegociação em alguns pontos que achasse pertinentes, para, depois disso, apresentar ambas aos Conselheiros e Associados.

Assim, chego à conclusão que o Guarani terá que manter o futebol, ao menos no primeiro semestre de 2019, exclusivamente por forças próprias, buscando parceiros pra a montagem do elenco, entre eles clubes, empresários, e até mesmo os dois grupos interessados na gestão, e durante este período as propostas deverão ser analisadas, votadas e, caso uma delas seja escolhida, assumirá o comando do futebol com a competição em andamento, sendo de sua autonomia a gestão do futebol Bugrino a partir da disputa da Série B do Campeonato Brasileiro.

Posso estar enganado, mas acho muito difícil algo diferente disso acontecer.

Antes de encerrar quero deixar meus parabéns ao Dr. Marcelo Dias pela clareza e franqueza com que trouxe os detalhes de forma que todo Torcedor Bugrino pudesse entender o que está acontecendo neste assunto que mexe diretamente com todos nós.

 

Marcos Ortiz

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